Retomando para concluir. Vimos, então, nos textos anteriores, que somos seres corporais, em unidade de corpo e alma espiritual. Assim, há influência das forças cósmicas, das grandes forças físicas, sobre nós, por via dos nossos corpos. E, por meio deles,... Continue lendo →
1. Retomando. A fecundidade, como já vimos no texto anterior, é uma característica importante para ser debatida, sobre o paraíso. De fato, se imaginamos que o paraíso se parece mais com um belo mausoléu, com um ambiente imutável e pronto,... Continue lendo →
1. Retornar para encerrar. Estabilidade na paz e na felicidade, imperturbável por estímulos contrários do ambiente. Não se trata de deixar de receber estímulos, ou de discernir que esses estímulos podem ser perturbadores. Mas a ordem virtuosa do ser humano... Continue lendo →
1. Introdução. Podemos dizer que uma antiga moeda do Império Romano é feita à imagem do imperador não por ser de cobre, de prata ou ouro, nem por ser um meio de pagamento, nem mesmo por ser redonda ou conter... Continue lendo →
1. Introdução. A analogia é uma dimensão interessante; ela designa aquelas coisas que, embora não se possam descrever como “unívocas”, trazem em si algum aspecto relacionado. Não são simplesmente coisas semelhantes, no sentido de que, por exemplo, uma nuvem se... Continue lendo →
1. De volta para encerrar. A unidade ontológica do ser humano é um princípio que precisa ser defendido a cada momento. O ser humano não é um “amontoado” de duas coisas; ele não é a união acidental de uma alma... Continue lendo →
1. Voltando ao debate. Não somos deuses. O universo não é Deus. E só isso nos pode dar razão para caminhar. Porque só há caminhada se houver um ponto de partida e um ponto de chegada; mas se tudo é... Continue lendo →
1. Introdução. Há muitas “filosofias” contemporâneas que defendem que há uma “fagulha de Deus” dentro de nós, no sentido de que nós, humanos, seríamos deuses presos em corpos. Nossas almas seriam, assim, “pedaços” de Deus que se desgarraram ou que... Continue lendo →
1. Retomando. Em grande medida, somos estranhos a nós mesmos. Sempre nos surpreendemos com nossas atitudes, nossas reações em situações inesperadas, nossos pensamentos incontroláveis. Os anjos se conhecem completamente, não há comportamento deles que seja capaz de surpreendê-los. Anjos não... Continue lendo →