1. Retomando. Há, mais uma vez, neste artigo, um combate de Tomás contra o dualismo que marcou sua época; e que marca também a nossa, embora de uma maneira, talvez, invertida: se, à época de Tomás, o platonismo levava a... Continue lendo →
1. De volta. A vida eterna, ou seja, a participação na própria vida divina, que Boécio já definiu como a posse total, simultânea e perfeita de uma vida interminável, difere de uma vida humana interminável. A vida interminável no tempo... Continue lendo →
1. Retomando para encerrar. Nossas ações podem ter valor perante Deus, sempre que sejam movidas pela graça e formadas pelo amor. Não é indiferente a ele o que fazemos, o quanto manifestamos o amor dele por nós em nossas obras.... Continue lendo →
1. Retomando. Como medir o valor de nossas ações perante Deus? Somos como aquelas crianças que pedem dinheiro ao pai para comprar o próprio presente que darão a ele no seu aniversário, e ainda pedem ajuda a ele para embrulhar... Continue lendo →
1. Para encerrar. Vimos, nos outros textos, que as virtudes são aquelas disposições estáveis que aperfeiçoam nossas capacidades naturais, tornando-as capazes de atuar com perfeição. Todo ser humano tem, por exemplo, a capacidade de tocar um instrumento musical; mas certamente... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. As virtudes morais são aqueles hábitos ou disposições que permitem às nossas potências realizar seu ato com facilidade e perfeição, como nos ensina Aristóteles no Livro 2 da Ética a Nicômaco, mais especialmente no capítulo 6... Continue lendo →
1. Introdução. A ideia fundamental de conceber nos primeiros humanos como seres racionais e virtuosos significa conceber que não foi a falta de informações nem a falta de virtudes humanas, nem mesmo a falta da graça divina, que nos levou... Continue lendo →
1. De volta ao debate. Já ouvimos inúmeras vezes o relato bíblico da queda. E ele não nos toca, não nos choca. Pelo menos não como deveria. É como que uma história distante, talvez mítica, uma forma literária de narrar... Continue lendo →
1. Retomando. Amor e liberdade. O amor pressupõe a liberdade, é aquilo que dá sentido à própria liberdade. De fato, sem a possibilidade de renúncia ao amor, o amor jamais poderia existir, porque não há amor imposto, não há amor... Continue lendo →