Os anjos podem pecar. A possibilidade desta opção radical contra o amor está como que embutida na própria estrutura de uma criação feita no amor, e que por isso envolve a necessidade de que a adesão ao amor seja livre.... Continue lendo →
Até agora, tínhamos examinado os anjos em sua natureza mesma e em seu caminho para a santidade. Passamos a examinar, agora, o outro lado da moeda: o mau uso da liberdade pelos anjos, que leva ao seu pecado e ao... Continue lendo →
Toda vez que alguma coisa é transportada por outra a algum destino, é preciso que este destino seja certo. Não existe viagem para um lugar incerto, como ninguém pode despachar uma carta sem que o endereço seja conhecido e especificado.... Continue lendo →
Uma vez que ficou estabelecido que os anjos chegam à beatitude final, que é a presença de Deus, após apenas um ato de caridade movido pela graça, parece, então, que a maior parte de sua existência (excetuado este primeiro momento)... Continue lendo →
O debate que estamos colocando, aqui, diz respeito à natureza da liberdade naqueles que estão na glória, na presença de Deus. E vimos, na primeira parte deste texto, que a verdadeira liberdade consiste em alcançar o bem. Assim, somente Deus... Continue lendo →
Mais uma vez, aqui, discute-se a relação entre a liberdade e a salvação. Discussão fundamental. Se aqueles que estão na presença de Deus não puderem escolher o mal, não puderem fazer o mal, serão eles menos livres do que aqueles... Continue lendo →
Este debate envolve uma pergunta muito interessante, e que é da maior importância para nós, ainda hoje: quando o anjo chega à presença de Deus, ainda mantém a sua própria personalidade, ou é absorvido por Deus e passa a conhecer... Continue lendo →
Como seria chamado o recinto, nas antigas catedrais, destinado à contemplação dos anjos? Nos textos mais antigos aqui do Blog, tínhamos lembrado a velha analogia que comparava a Suma a uma catedral medieval, e a comparação ainda é boa. De... Continue lendo →
Nossa mentalidade igualitária contemporânea não parece adequar-se à ideia de que Deus pode criar seres diferentes entre si, que serão tratados desigualmente e participarão desigualmente da sua bem-aventurança. Parece-nos injusto. Gostaríamos de imaginar que Deus fez tudo igualzinho. Mas não... Continue lendo →