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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 2 de 4.

Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese de que a vontade é aquela capacidade humana em que a felicidade reside de modo próprio, ou seja, a vontade seria o verdadeiro sujeito da felicidade. Vimos cinco argumentos iniciais que tentavam comprovar... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 1 de 4.

Introdução. Cada tempo tem seus próprios desvios. No nosso tempo, certamente tendemos a um voluntarismo: felicidade não seria um conhecer, mas um querer, uma vontade que pode desejar tudo, abranger tudo, dominar tudo. Uma vontade em expansão, poderosa, ilimitada. Esta... Continue lendo →

A felicidade inclui também os estímulos sensoriais? Primeira parte, questão 3, artigo 3, parte 3 de 3.

Retomando para concluir.  A felicidade plena, aquela de que gozam os santos, envolve os sentidos, tanto antecedentemente (os sentidos são o meio de contato com o mundo, que nos permite conhecê-lo, aprender, e, em última instância, nos conduz a Deus),... Continue lendo →

A felicidade inclui também os estímulos sensoriais? Primeira parte, questão 3, artigo 3, parte 2 de 3.

Retomando.  Qual a parte das sensações corporais na situação da felicidade? Eis uma questão tormentosa. Se, por um lado, parece ser uma ideia muito difundida aquela de que a felicidade se confunde com o prazer, e este se manifesta como... Continue lendo →

A felicidade inclui também os estímulos sensoriais? Primeira parte, questão 3, artigo 3, parte 1 de 3.

Introdução.  Não somos anjos. Somos seres humanos. Isto significa que somos seres essencialmente biológicos, corporais, sensíveis. Dotados de órgãos dos sentidos, capazes de interação biológica com o ambiente. E os estímulos sensoriais, como sabemos, podem ser prazerosos ou desprazerosos.  A... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 4 de 4

Retomando para encerrar. A felicidade poderia ser descrita como um dinamismo, em nós, que resulta de uma relação vital com Deus. Essa relação não exclui as outras, mas é o sentido, a orientação, a finalidade pela qual todas as outras... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 3 de 4

Retomando mais uma vez. O que é a felicidade em nós? Há uma grande tentação de dizer que ela é algum tipo de “estado” em que entramos quando contemplamos o Senhor, uma espécie de “nirvana” imóvel e inabalável, ou mesmo... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 2 de 4

Retomando. O debate, aqui, diz respeito à própria vivência da felicidade em nós. Sendo a felicidade algo de que participamos, que tipo de realidade será ela em nós? A hipótese inicial é a de que ela não é uma dinâmica,... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 1 de 4

Introdução. Vimos, nos textos anteriores, que a felicidade é algo que se cria em nós quando entramos em relação com Deus, que é a própria felicidade. Mas que coisa seria essa? A felicidade é um estado, ou seria uma qualidade?... Continue lendo →

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