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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

A felicidade consiste em adquirir muita ciência? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 6, parte 1 de 3.

Introdução. Se a felicidade não está essencialmente no intelecto prático, que calcula e planeja - embora ele se relacione com a felicidade na medida que permite construir-nos como pessoas melhores - ele deve ter relação direta com aquela função da... Continue lendo →

Será que a felicidade consiste numa atividade do intelecto prático? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 5, parte 3 de 3.

Retomando. A razão prática nos habilita a fazer duas coisas - transformar o mundo à nossa volta, naquele trabalho que os antigos chamavam de poiesis, e transformar a nós mesmos, aperfeiçoando-nos, naquela atividade que os antigos chamavam de praxis. Assim,... Continue lendo →

Será que a felicidade consiste numa atividade do intelecto prático? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 5, parte 2 de 3.

Introdução. A felicidade é a razão fundamental pela qual nos movemos, pela qual fazemos o que devemos fazer. A questão é que utilitaristas e hedonistas não compreendem bem essa verdade fundamental, e creem - e defendem - que, no fundo,... Continue lendo →

Será que a felicidade consiste numa atividade do intelecto prático? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 5, parte 1 de 3.

Introdução. Estamos estudando exatamente em que consiste a felicidade em nós. Já vimos que ela não é um “estado”, no sentido de um repouso em que nos coloquemos, mas uma dinâmica, quer dizer, uma atividade. Aqueles que buscam a felicidade,... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 4 de 4.

Retomando para concluir. A vontade desvinculada da inteligência leva ao voluntarismo absoluto e à ilusão de que a liberdade está em poder fazer tudo e qualquer coisa; a vontade de poder seria o movimento do ser humano para a liberdade,... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 3 de 4.

Retomando. A felicidade é o resultado de uma participação humana naquilo que é próprio de Deus. Podemos dizer que, em nós, a felicidade decorre de uma relação - a relação de conhecimento e amor a Deus. Mas nem tudo aquilo... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 2 de 4.

Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese de que a vontade é aquela capacidade humana em que a felicidade reside de modo próprio, ou seja, a vontade seria o verdadeiro sujeito da felicidade. Vimos cinco argumentos iniciais que tentavam comprovar... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 1 de 4.

Introdução. Cada tempo tem seus próprios desvios. No nosso tempo, certamente tendemos a um voluntarismo: felicidade não seria um conhecer, mas um querer, uma vontade que pode desejar tudo, abranger tudo, dominar tudo. Uma vontade em expansão, poderosa, ilimitada. Esta... Continue lendo →

A felicidade inclui também os estímulos sensoriais? Primeira parte, questão 3, artigo 3, parte 3 de 3.

Retomando para concluir.  A felicidade plena, aquela de que gozam os santos, envolve os sentidos, tanto antecedentemente (os sentidos são o meio de contato com o mundo, que nos permite conhecê-lo, aprender, e, em última instância, nos conduz a Deus),... Continue lendo →

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