1. Retomando. A idade moderna foi tomada por muitas tentativas de estabelecer algum fundamento natural, substancial, para uma suposta hierarquia de perfeição entre os seres humanos. Alguns pregaram que há seres humanos mais “evoluídos” que outros, ou mais intelectualmente capazes,... Continue lendo →
1. Introdução. Por que estudamos os anjos? Parecem haver três motivos, ainda relevantes hoje em dia: 1. Para entender como Deus governa o universo por suas criaturas inteligentes, e entender como podemos participar desse governo de modo a cumprir aquilo... Continue lendo →
1. Retomando para finalizar. As ordens de anjos existem, têm fundamento na realidade, mas descrevem muito mais a nossa visão sobre a organização deles do que propriamente o modo pelo qual eles se organizam. De fato, há anjos com funções... Continue lendo →
1. Retomando. Examinamos, nesta questão, o modo pelo qual os anjos se organizam para gerir, sob o governo divino, as coisas do mundo criado. Vimos que eles se dividem em hierarquias a partir de sua essência, que é única para... Continue lendo →
1. Introdução. Aqui, neste artigo, ficará claro que as ordens dos anjos não são determinações naturais, mas verdadeiras equipes funcionais, reunindo seres que, sendo desiguais em natureza, realizam o mesmo tipo de função para Deus. O que devemos ter em... Continue lendo →
1. Retomando para finalizar. Hierarquia e serviço. Posição na hierarquia do ser implica complexidade interna, constitutiva, ontológica mesmo. Talvez para nós, hoje, seja difícil imaginar uma hierarquia desse tipo, em que algumas coisas são mais perfeitas que outras, porque, para... Continue lendo →
Jesus nasceu pobre. Nasceu num estábulo, viveu como um operário num lugar distante, viveu em tudo a pobreza. E nós também devemos viver sempre a pobreza, como cristãos, no sentido de buscar a simplicidade, a solidariedade, a generosidade e a... Continue lendo →
1. Retomando. Servir ou não servir. Aquele que serve está em ordem, é livre, alcança a felicidade. Aquele que se rebela será sempre o de fora, o incompleto, o infeliz, porque jamais alcançará a plenitude que gera a perfeição. Daí... Continue lendo →
1. Introdução. Entraremos agora numa daquelas discussões que eram muito acirradas no tempo de Tomás, mas hoje, a nós homens práticos da nossa contemporaneidade científica, podem parecer pura perda de tempo, pura falta de visão prática do mundo, mas, ao... Continue lendo →