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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Será que a noção de pessoa é sinônima das noções de hipóstase, subsistência e essência? (Primeira parte, questão 29, artigo 2, 2 de 2).

Depois desta aula de filosofia, São Tomás passa a responder às objeções iniciais. A primeira objeção defende que “hipóstase” e “pessoa” são sinônimos, e que mesmo os gregos usavam estes termos de modo intercambiável. São Tomás responde que o sentido... Continue lendo →

Será que a noção de pessoa é sinônima das noções de hipóstase, subsistência e essência? (Primeira parte, questão 29, artigo 2, 1 de 2).

Eis uma discussão terminológica. Sabemos, independentemente da fé, que a reflexão cristã sobre a Trindade foi importantíssima para o desenvolvimento da noção de pessoa, que partiu da necessidade de explicar como Deus poderia ser único e, ao mesmo tempo, ter... Continue lendo →

Será que Boécio, ao definir “pessoa” como “substância individual de natureza racional”, legou-nos uma definição adequada? (Primeira parte, questão 29, artigo 1, 3 de 3)

Postos, portanto, todos os elementos para a discussão da conveniência da definição boeciana, com os respectivos argumentos objetores e a resposta sintetizadora de São Tomás, é hora de enfrentar os argumentos objetores, extraindo deles o que possam ter de verdade... Continue lendo →

Será que Boécio, ao definir “pessoa” como “substância individual de natureza racional”, legou-nos uma definição adequada? (Primeira parte, questão 29, artigo 1, 2 de 3)

Vimos, no texto anterior, a hipótese inicial de que a noção de "pessoa" que herdamos de Boécio seria inconveniente, e os cinco argumentos utilizados para atacá-la, especialmente a partir das definições clássicas dos elementos filosóficos contidos no conceito boeciano. Agora,... Continue lendo →

Será que Boécio, ao definir “pessoa” como “substância individual de natureza racional”, legou-nos uma definição adequada? (Primeira parte, questão 29, artigo 1, 1 de 3)

A noção de "pessoa", que recebemos do filósofo Boécio a partir da meditação cristã a respeito da Santíssima Trindade, continua a ser um valioso instrumento de compreensão, não somente teológica, mas filosófica, psicológica e até mesmo política na contemporaneidade. Neste... Continue lendo →

São apenas quatro as relações reais que existem em Deus? (Primeira parte, questão 28, artigo 4, 2 de 2)

São Tomás passa agora a responder às objeções iniciais. A primeira objeção, como lembramos, sugere que sempre haveria relação real entre o conhecedor e o conhecido, bem como entre o que quer e aquilo que é querido. Estas relações, entre... Continue lendo →

São apenas quatro as relações reais que existem em Deus? (Primeira parte, questão 28, artigo 4, 1 de 2)

Vimos nos artigos anteriores que há em Deus relações reais, e realmente distintas entre si. Agora debateremos quantas e quais são essas relações. É bom lembrar que, quando falamos em relações aqui, não estamos nos reportando ao próprio vínculo, como... Continue lendo →

Será que as relações que há em Deus distinguem-se realmente umas das outras? (primeira parte, questão 28, artigo 3, 2 de 2)

No texto anterior, ficaram estabelecidos os termos do debate sobre a hipótese controvertida deste artigo, que é a de que as relações que existem em deus não se distinguem realmente umas das outras. Examinaremos agora a resposta sintetizadora de São... Continue lendo →

Será que as relações que há em Deus distinguem-se realmente umas das outras? (primeira parte, questão 28, artigo 3, 1 de 2)

Já sabemos, portanto, que as relações em Deus são reais e são substanciais, quer dizer, não são acidentes, mas pertencem à sua essência mesma. Não podemos confundir esta discussão com aquela travada no artigo 1 desta mesma questão. Ali, o... Continue lendo →

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