Depois desta aula de filosofia, São Tomás passa a responder às objeções iniciais. A primeira objeção defende que “hipóstase” e “pessoa” são sinônimos, e que mesmo os gregos usavam estes termos de modo intercambiável. São Tomás responde que o sentido... Continue lendo →
Eis uma discussão terminológica. Sabemos, independentemente da fé, que a reflexão cristã sobre a Trindade foi importantíssima para o desenvolvimento da noção de pessoa, que partiu da necessidade de explicar como Deus poderia ser único e, ao mesmo tempo, ter... Continue lendo →
Postos, portanto, todos os elementos para a discussão da conveniência da definição boeciana, com os respectivos argumentos objetores e a resposta sintetizadora de São Tomás, é hora de enfrentar os argumentos objetores, extraindo deles o que possam ter de verdade... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, a hipótese inicial de que a noção de "pessoa" que herdamos de Boécio seria inconveniente, e os cinco argumentos utilizados para atacá-la, especialmente a partir das definições clássicas dos elementos filosóficos contidos no conceito boeciano. Agora,... Continue lendo →
A noção de "pessoa", que recebemos do filósofo Boécio a partir da meditação cristã a respeito da Santíssima Trindade, continua a ser um valioso instrumento de compreensão, não somente teológica, mas filosófica, psicológica e até mesmo política na contemporaneidade. Neste... Continue lendo →
São Tomás passa agora a responder às objeções iniciais. A primeira objeção, como lembramos, sugere que sempre haveria relação real entre o conhecedor e o conhecido, bem como entre o que quer e aquilo que é querido. Estas relações, entre... Continue lendo →
Vimos nos artigos anteriores que há em Deus relações reais, e realmente distintas entre si. Agora debateremos quantas e quais são essas relações. É bom lembrar que, quando falamos em relações aqui, não estamos nos reportando ao próprio vínculo, como... Continue lendo →
No texto anterior, ficaram estabelecidos os termos do debate sobre a hipótese controvertida deste artigo, que é a de que as relações que existem em deus não se distinguem realmente umas das outras. Examinaremos agora a resposta sintetizadora de São... Continue lendo →
Já sabemos, portanto, que as relações em Deus são reais e são substanciais, quer dizer, não são acidentes, mas pertencem à sua essência mesma. Não podemos confundir esta discussão com aquela travada no artigo 1 desta mesma questão. Ali, o... Continue lendo →