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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

É adequado atribuir (ou apropriar) os aspectos essenciais de Deus às Pessoas? (primeira parte, questão 39, artigo 7, parte 1 de 2)

Esta é uma daquelas questões que nos parecem muito profundas e distantes, de difícil compreensão; mas a discussão aqui é importante. Estamos no tema das apropriações. Trata-se de descobrir que determinados aspectos essenciais em Deus, embora presentes em sua essência,... Continue lendo →

Podemos afirmar verdadeiramente que “Deus é as três pessoas”, ou “Deus é a Trindade”, ou seja, podemos predicar as Pessoas dos substantivos essenciais concretos que designam Deus? (primeira parte, questão 39, artigo 6, parte 2 de 2)

Deus escapa de todas as categorias humanas. Na verdade, ele escapa de todas as categorias criaturais. Miraculosamente, porém, ele se fez homem, e estabeleceu uma relação conosco. A partir daí, sem deixar de ser Deus, ele dialoga, faz-se um de... Continue lendo →

Podemos afirmar verdadeiramente que “Deus é as três pessoas”, ou “Deus é a Trindade”, ou seja, podemos predicar as Pessoas dos substantivos essenciais concretos que designam Deus? (primeira parte, questão 39, artigo 6, parte 1 de 2)

Vê-se, nesta questão, o cuidado de São Tomás para com a linguagem que utilizamos para falar da relação entre as Pessoas e a essência divina. É que a linguagem, para Tomás, não é uma mera convenção, mas a expressão precisa... Continue lendo →

Podemos usar também os nomes essenciais abstratos para designar diretamente as Pessoas divinas, de modo que a proposição “a essência gera a essência” seja verdadeira? (primeira parte, questão 39, artigo 5, parte 3 de 3).

Examinada, então, a bela resposta sintetizadora de São Tomás, passamos a estudar suas respostas específicas às objeções iniciais. A primeira objeção cita Santo Agostinho, que numa certa passagem usa, para designar o Pai e o Filho, substantivos essenciais abstratos como... Continue lendo →

Podemos usar também os nomes essenciais abstratos para designar diretamente as Pessoas divinas, de modo que a proposição “a essência gera a essência” seja verdadeira? (primeira parte, questão 39, artigo 5, parte 2 de 3).

O que está em jogo neste artigo? Vimos um pouco, no texto anterior, como o debate se dá. Há dois aspectos importantes, que devem ser estabelecidos agora na resposta sintetizadora de São Tomás. O primeiro diz respeito à diferença que... Continue lendo →

Podemos usar também os nomes essenciais abstratos para designar diretamente as Pessoas divinas, de modo que a proposição “a essência gera a essência” seja verdadeira? (primeira parte, questão 39, artigo 5, parte 1 de 3).

Este artigo é muito importante, porque esta questão trata justamente da relação entre as Pessoas e a essência. Vimos, no artigo anterior, como um substantivo concreto como “Deus” se relaciona com as pessoas; ele pode ser aplicado diretamente a elas,... Continue lendo →

Posso usar os nomes essenciais concretos, como “Deus”, para designar as Pessoas divinas? (Primeira parte, questão 39, artigo 4, 3 de 3)

Podemos agora finalmente acompanhar as respostas de São Tomás aos questionamentos iniciais. Estas respostas são essenciais para entender melhor o debate que se está realizando aqui, que não é fácil. O primeiro argumento parte de um princípio gramatical antigo, que... Continue lendo →

Posso usar os nomes essenciais concretos, como “Deus”, para designar as Pessoas divinas? (Primeira parte, questão 39, artigo 4, 2 de 3)

No texto anterior, vimos como São Tomás propõe o debate, a partir da hipótese controvertida de que aqueles termos essenciais concretos, como a própria palavra “Deus” ou similares, não são adequados para supor as Pessoas divinas. Vimos os argumentos objetores,... Continue lendo →

Posso usar os nomes essenciais concretos, como “Deus”, para designar as Pessoas divinas? (Primeira parte, questão 39, artigo 4, 1 de 3)

Esta é uma questão muito interessante, que discute um aspecto da linguagem teológica que vai muito além da convenção semântica; trata-se de discutir a profundidade da divindade das Pessoas. É preciso lembrar, em primeiro lugar, que não há, em Deus,... Continue lendo →

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