Esta é uma daquelas questões que nos parecem muito profundas e distantes, de difícil compreensão; mas a discussão aqui é importante. Estamos no tema das apropriações. Trata-se de descobrir que determinados aspectos essenciais em Deus, embora presentes em sua essência,... Continue lendo →
Deus escapa de todas as categorias humanas. Na verdade, ele escapa de todas as categorias criaturais. Miraculosamente, porém, ele se fez homem, e estabeleceu uma relação conosco. A partir daí, sem deixar de ser Deus, ele dialoga, faz-se um de... Continue lendo →
Vê-se, nesta questão, o cuidado de São Tomás para com a linguagem que utilizamos para falar da relação entre as Pessoas e a essência divina. É que a linguagem, para Tomás, não é uma mera convenção, mas a expressão precisa... Continue lendo →
Examinada, então, a bela resposta sintetizadora de São Tomás, passamos a estudar suas respostas específicas às objeções iniciais. A primeira objeção cita Santo Agostinho, que numa certa passagem usa, para designar o Pai e o Filho, substantivos essenciais abstratos como... Continue lendo →
O que está em jogo neste artigo? Vimos um pouco, no texto anterior, como o debate se dá. Há dois aspectos importantes, que devem ser estabelecidos agora na resposta sintetizadora de São Tomás. O primeiro diz respeito à diferença que... Continue lendo →
Este artigo é muito importante, porque esta questão trata justamente da relação entre as Pessoas e a essência. Vimos, no artigo anterior, como um substantivo concreto como “Deus” se relaciona com as pessoas; ele pode ser aplicado diretamente a elas,... Continue lendo →
Podemos agora finalmente acompanhar as respostas de São Tomás aos questionamentos iniciais. Estas respostas são essenciais para entender melhor o debate que se está realizando aqui, que não é fácil. O primeiro argumento parte de um princípio gramatical antigo, que... Continue lendo →
No texto anterior, vimos como São Tomás propõe o debate, a partir da hipótese controvertida de que aqueles termos essenciais concretos, como a própria palavra “Deus” ou similares, não são adequados para supor as Pessoas divinas. Vimos os argumentos objetores,... Continue lendo →
Esta é uma questão muito interessante, que discute um aspecto da linguagem teológica que vai muito além da convenção semântica; trata-se de discutir a profundidade da divindade das Pessoas. É preciso lembrar, em primeiro lugar, que não há, em Deus,... Continue lendo →