Vimos, no texto anterior, o debate sobre o conhecimento que os anjos poderiam ter sobre as coisas materiais singulares. A hipótese controvertida é a de que eles não conhecem as coisas singulares, concretas, mas apenas os universais e suas relações.... Continue lendo →
É fácil imaginar que os anjos, tendo recebido de Deus as espécies das coisas em sua inteligência, conheçam as coisas materiais em sua inteligibilidade, ou seja, universalmente. Assim, é fácil conceber que os anjos conheçam a inteligibilidade dos cães, pelo... Continue lendo →
É muito difícil para nós imaginar um ser inteligente que não precisasse aprender nada, e que conhecesse todas as coisas materiais sem o uso dos sentidos. Ou seja, para nós é muito difícil entender o modo de conhecer dos anjos.... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, que, na resposta de Tomás, ele explica que há três maneiras pelas quais podemos dizer que conhecemos uma coisa. A primeira é quando a própria essência da coisa está presente no conhecer do sujeito, como no... Continue lendo →
Numa passagem muito interessante da Carta de São Thiago (2, 19) , o autor afirma o seguinte: “Tu crês que há um só Deus? Faze-o bem. Nisto também os demônios creem, e tremem.” Este trecho parece indicar duas coisas: 1)... Continue lendo →
Nos dois textos anteriores, vimos a colocação do problema: será que um anjo conhece outro anjo? No primeiro texto, vimos os argumentos objetores e o argumento sed contra. No segundo texto, vimos a resposta sintetizadora de Tomás; que fundamenta-se, basicamente,... Continue lendo →
No texto anterior, vimos a hipótese controvertida de que um anjo não pode conhecer os outros anjos, e quatro argumentos objetores no mesmo sentido; Agora, postos os termos do problema, vamos à resposta sintetizadora de São Tomás. Ele vai iniciar... Continue lendo →
No artigo anterior, debatemos o autoconhecimento dos anjos e vimos que a própria natureza dos anjos determina que eles tenham pleno autoconhecimento. Mas e quanto ao conhecimento recíproco? Como os anjos poderiam conhecer-se reciprocamente, isto é, como um anjo poderia... Continue lendo →
Vimos, então, no texto anterior, o estabelecimento do debate sobre o autoconhecimento dos anjos. A hipótese é a de que eles não são capazes de autoconhecer-se. Vimos os três argumentos objetores, o primeiro que cita o Pseudo-Dionísio, o segundo, que... Continue lendo →