Terminamos o texto anterior com a pergunta de São Tomás: mas existe, ou pode existir mesmo, alguma coisa que seja infinita em tamanho? Resgatamos, então, a lição em que São Tomás nos diz que podemos considerar todas as coisas corporais... Continue lendo →
Voltamos a discutir uma questão muito similar à da tal “rocha que nem Deus consegue levantar”. O que está em jogo aqui é saber se pode haver alguma criatura cuja grandeza seja efetivamente infinita em quantidade. Um corpo infinitamente grande.... Continue lendo →
Falávamos da diferença que São Tomás faz, na sua resposta sintetizadora, entre as coisas que são infinitas sob algum aspecto (secundum quid) e Deus, que é absolutamente infinito (simpliciter). E nos fala da matéria, que, sob a possibilidade de assumir... Continue lendo →
Um dia desses, meu filho chegou em casa impressionado com um paradoxo que lhe fora proposto por um colega da escola que se declara ateu. O paradoxo era o seguinte: será que Deus pode criar uma pedra tão grande que... Continue lendo →
Do que exatamente estamos falando quando dizemos que Deus é infinito? As nossas concepções, sempre muito vinculadas ao mundo sensível, tendem a projetar Deus como uma substância imensa preenchendo tudo, por todos os lados, como um corpo imensamente grande do... Continue lendo →
Estamos avançando lentamente na imensa catedral gótica que é a Suma Teológica; ora contemplando os detalhes, os pequenos arabescos, relevos, pinturas e esculturas, ora levantando os olhos para contemplar o conjunto do edifício e o seu sentido global. Este é... Continue lendo →
Vamos à resposta sintetizadora de São Tomás, na qual ele esgotará tão bem o assunto que não verá mais a necessidade de responder separadamente aos argumentos adversos iniciais (que, aliás, não serão refutados, mas assumidos e ressignificados). Para começo de... Continue lendo →
Alguém já disse que Deus não é simplesmente bom – ele é a própria bondade subsistente. Se conseguíssemos vislumbrar um ser que fosse a própria bondade, estaríamos vislumbrando Deus. Mas as coisas não são assim tão simples; nós temos uma... Continue lendo →
No texto anterior, discutíamos, com São Tomás, sobre a diferença entre a bondade de Deus e a bondade das criaturas. Vimos os argumentos iniciais, que colocavam as coisas em termos, digamos, de “excesso de otimismo”; não se tratava de negar... Continue lendo →