1. Retomando. Vimos, então, no texto anterior, toda a carga de incompreensão antiga e medieval sobre a diferenciação sexual, com toda a ideia de que a mulher seria algo como um “homem falho” ou “incompleto”. E vimos como Tomás, embora... Continue lendo →
1. Introdução. Neste artigo, veremos como Tomás consegue debater com toda a carga de machismo que vem de Aristóteles e de toda a tradição grega, e que era abraçada, em seu tempo, mesmo pelas universidades e pelas ciências naturais. Com... Continue lendo →
1. De volta para concluir. A beleza da condição humana é exatamente a aceitação dos limites criaturais, que não são imperfeições, mas parte do dom. Cada um de nós é apenas um pedacinho, uma parte, uma gota que expressa, de... Continue lendo →
1. Retomando. Nossa civilização tem dificuldade com a fertilidade. Isto é fácil de constatar: basta examinar os debates sobre o aborto, inclusive aqueles feitos no Supremo Tribunal brasileiro: é fácil constatar como temos dificuldade de reconhecer os nascituros como pessoas... Continue lendo →
1. Introdução. A infância implica fragilidade, limite, incapacidade de controlar perfeitamente o próprio corpo, necessidade de desenvolvimento. A questão é: essa condição, ser bebê e ser criança, é própria do ser humano, ou decorre do nosso estado decaído? Será que... Continue lendo →