Como nos demais debates que provocamos a partir da Suma Teológica, levantaremos aqui questões que soarão anacrônicas, porque o próprio Tomás nunca se deparou com elas. Mas foi isto que o próprio Tomás fez com Aristóteles: trouxe o instrumental aristotélico... Continue lendo →
Há dois perigos muito difíceis de evitar, em matéria de criação. A primeira delas é imaginar que a ideia de criação como “fazer algo do nada” envolvesse apenas o começo dos tempos; neste caso, a criação seria algo do passado,... Continue lendo →
O filósofo alemão Josef Pieper, no século XX, apontou aquilo que ele chama de “perda da noção da criaturalidade” como um dos problemas de toda a modernidade. De fato, já não somos capazes de compreender exatamente o que significa a... Continue lendo →
Já vimos, no texto anterior, qual a noção de “criar” com a qual estamos trabalhando: trata-se de originar alguma coisa do nada. (Há um filósofo, especificamente Leibniz, que considera esta a pergunta mais importante a ser feita: por que há... Continue lendo →
Na questão anterior, estudamos a criação do ponto de vista de sua causalidade, ou seja, de que modo podemos dizer que Deus é a causa fundamental e primeira da criação. Agora estudaremos a criação em si mesma, quanto ao... Continue lendo →