No texto anterior, vimos como o debate em torno da possibilidade de existirem várias pessoas geradas ou espiradas em Deus se coloca, a partir da consideração de que Deus tem, em sua natureza mesma, o poder para os atos nocionais... Continue lendo →
O que se trata, aqui, é da possibilidade de que o poder divino de gerar e de espirar possam resultar, em Deus, que haja vários Filhos e vários Espíritos Santos.É certo que na questão 30, artigo 1, já havíamos debatido... Continue lendo →
Vimos, então, na questão anterior, como o debate sobre o poder de gerar, em Deus, foi posto e delimitado, e começamos a ver como São Tomás o abordou na sua resposta. Trata-se, de fato, de uma questão peculiar, daquelas que,... Continue lendo →
Uma vez estabelecido, no artigo anterior, que podemos propriamente falar em “poderes”, quando falamos nos atos nocionais, a pergunta agora é sobre a titularidade destes poderes. De quem é o poder de gerar, é da própria essência divina, ou é... Continue lendo →
O poder, ou a potência, diríamos em termos contemporâneos, é a capacidade de transformar. É neste sentido, fundamentado na terminologia filosófica clássica, que se diz que o ovo é a galinha em potência, uma vez que ele tende a transformar-se... Continue lendo →
Uma vez que São Tomás estabeleceu firmemente os fundamentos da sua posição na sua resposta sintetizadora, que examinamos no texto anterior, ele passa a responder às objeções iniciais. A primeira objeção questiona: se o Pai não gera o Filho do... Continue lendo →
O debate aqui envolve saber se os atos nocionais, na Trindade, como gerar e espirar, fazem com que as Pessoas procedentes surjam do nada, ou se elas têm por princípio a própria substância divina. Já havíamos visto, nos artigos anteriores,... Continue lendo →
O que se discute aqui é "de que" as Pessoas procedentes são feitas; de certa forma, trata-se de discutir algo análogo à "causa material" das Pessoas procedentes, sabendo-se que de nenhum modo elas são materiais, mas elas vêm "de" algo,... Continue lendo →
No texto anterior, começamos a examinar a resposta sintetizadora de São Tomás. Ele, após explicar os dois sentidos em que se ppde afirmar que algo é conforme a uma vontade (o modo simultâneo, em que eu posso dizer que sou... Continue lendo →