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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Questão 32

É permitido ao cristão opinar livremente sobre as noções trinitárias? (Primeira parte, questão 32, artigo 4)

Como fechamento desta questão complexa, que reuniu linguística, antropologia, lógica e teologia trinitária, São Tomás nos convida a discutir a natureza das conclusões a que chegamos. Serão elas matéria de fé, à qual não se pode deixar de dar a... Continue lendo →

São mesmo cinco as noções na Trindade? (Primeira Parte, questão 32, artigo 3, parte 2 de 2)

Colocados os termos do debate, São Tomás passa à sua resposta sintetizadora. Ele quer estabelecer que são cinco as noções pelas quais conhecemos a Santíssima Trindade. E o que é uma noção? É a razão própria pela qual conhecemos as... Continue lendo →

São mesmo cinco as noções na Trindade? (Primeira Parte, questão 32, artigo 3, parte 1 de 2)

No artigo anterior, discutimos muito a necessidade que nós, humanos, temos, de utilizar noções para compreender a realidade da Trindade e a complexidade dessas relações subsistentes que configuram pessoas. Agora, resta debater de quantas noções nós precisamos, para compreender e... Continue lendo →

É possível falar de Deus utilizando noções e propriedades abstratas? (Primeira Parte, questão 32, artigo 2, parte 3 de 3)

Vimos então como o debate se estabeleceu a respeito da forma humana de conhecer e falar sobre a Trindade, e em especial o uso de noções abstratas para referir-se a elas. Vimos que estas noções são necessárias, especialmente porque as... Continue lendo →

É conveniente falar de Deus utilizando noções e propriedades abstratas? (Primeira Parte, questão 32, artigo 2, parte 2 de 3)

Tendo estabelecido os termos do debate, São Tomás passa a enfrentar, agora, o tema: para conhecermos a Trindade, é adequado falar das propriedades de modo abstrato? Isto não implicaria admitir que o próprio Deus esteja submetido a algum tipo de... Continue lendo →

É conveniente falar de Deus utilizando noções e propriedades abstratas? (Primeira Parte, questão 32, artigo 2, parte 1 de 3)

O presente artigo faz uma discussão interessante: como falar da Trindade de um modo humano, ou seja, como “introduzir noções” na discussão sobre a Trindade, atribuindo-as a Deus. De fato, para falar sobre algum aspecto da realidade que conhecemos, recorremos... Continue lendo →

A razão humana pode vir a descobrir, sem nenhum tipo de Revelação, que Deus é trinitário? (Primeira parte, questão 32, artigo 1, parte 3 de 3)

Passamos a avaliar, agora, as respostas específicas que Tomás dá aos argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento objetor cita três passagens de origem filosófica em que parece haver menção a características trinitárias de Deus; Aristóteles e sua menção ao número... Continue lendo →

A razão humana pode vir a descobrir, sem nenhum tipo de Revelação, que Deus é trinitário? (Primeira parte, questão 32, artigo 1, parte 2 de 3)

Vimos, no texto anterior, que o problema colocado, aqui, é o da possibilidade de chegar-se ao conhecimento de que Deus é Trindade a partir apenas da razão humana. Vimos os três argumentos objetores, que resgatam discussões filosóficas e mesmo a... Continue lendo →

A razão humana pode vir a descobrir, sem nenhum tipo de Revelação, que Deus é trinitário? (Primeira parte, questão 32, artigo 1, parte 1 de 3)

É peculiar da fé cristã crer em Deus uno e trino. E esta fé não se cristalizou senão muitos anos depois da ressurreição de Cristo, séculos até. Mistério central para nós, a Trindade ainda hoje é específica da fé cristã,... Continue lendo →

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