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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Questão 30

A noção de “pessoa” pode ser aplicada de modo comum às três pessoas divinas? (primeira parte, questão 30, artigo 4, parte 2 de 2)

A discussão, pois, foi colocada no último texto. Enfrentemos agora a solução proposta por São Tomás. Acrescentaríamos que esta discussão, de certo modo, tornou-se árdua para nós, porque pressupõe uma noção de que a realidade pode ser conhecida em si... Continue lendo →

A noção de “pessoa” pode ser aplicada de modo comum às três pessoas divinas? (primeira parte, questão 30, artigo 4, parte 1 de 2)

Neste ponto, mais uma vez somos atrapalhados, em nosso processo de compreensão da Suma, pela necessidade de conhecer rudimentos do pensamento metafísico grego, como a escolástica o recebeu e especialmente como São Tomás o releu. No particular, temos a noção... Continue lendo →

Será que quando atribuímos um número a Deus, estamos descrevendo realidades efetivamente existentes nele? (primeira parte, questão 30, artigo 3, parte 3 de 3).

Vimos, então, nos dois textos anteriores, como há duas maneiras de se falar em números: 1. A maneira quantitativa, ligada à extensão material, e que constitui e matemática propriamente dita, ou seja, o estudo das quantidades. Esta maneira, portanto, relaciona-se... Continue lendo →

Será que quando atribuímos um número a Deus, estamos descrevendo realidades efetivamente existentes nele? (primeira parte, questão 30, artigo 3, parte 2 de 3).

Os termos do debate, como dissemos no texto anterior, foram postos. E a solução de São Tomás revela a necessidade de repensarmos a nossa própria noção de número, de matemática, de contagem. De fato, agora como então, temos, nós humanos,... Continue lendo →

Será que quando atribuímos um número a Deus, estamos descrevendo realidades efetivamente existentes nele? (primeira parte, questão 30, artigo 3, parte 1 de 3).

Esta é uma questão muito técnica, muito difícil, porque pressupõe conhecer um pouco da visão da estrutura filosófica que era familiar a São Tomás, mas que para nós é muito estranha. Por exemplo, perguntar se um determinado termo “põe alguma... Continue lendo →

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 3 de 3)

Tendo feito esta síntese maravilhosa, São Tomás passa a responder às objeções iniciais. O primeiro argumento objetor traz a ideia de que, se há quatro relações reais em Deus, e se as relações subsistentes originam as pessoas divinas deveríamos contar... Continue lendo →

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 2 de 3)

No texto anterior, começamos a debater se há exatamente três pessoas em Deus, e se isto faz sentido também perante a razão. De fato, a hipótese controvertida inicial é exatamente a de que não haveria três pessoas em Deus; vimos... Continue lendo →

Existem mesmo três, e somente três, pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 2, parte 1 de 3)

Depois de determinar, no artigo anterior, que há várias pessoas em Deus, o presente artigo quer chegar ao seu número. Sabemos, de antemão, pela Revelação, que são três. Mais uma vez, São Tomás não teme interpelar a própria Revelação, abri-la... Continue lendo →

É razoável acreditar que há várias pessoas em Deus? (primeira parte, questão 30, artigo 1, 2 de 2).

Vimos, no texto anterior, como São Tomás estabelece que a pluralidade de relações subsistentes, em deus, pode ser o suporte adequado para a pluralidade de pessoas nele. Agora examinaremos as respostas de São Tomás aos argumentos objetores iniciais. O primeiro... Continue lendo →

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