A ideia de que a nossa linguagem é inadequada para referir-se a Deus poderia nos levar à conclusão de que todo discurso sobre Deus se limita a expressar figuras de linguagem. A linguagem figurativa, poética, literária, seria, portanto, a única... Continue lendo →
No texto anterior, nós acompanhamos o debate proposto por São Tomás sobre a possibilidade de utilizar palavras para descrever positivamente a substância de Deus. E vimos que ele defende que a chamada “via da excelência “, ou via eminentiae, é... Continue lendo →
Como vimos nos últimos textos, a atribuição de substantivos a Deus, ou seja, de nomes que designam substância (como São Tomás denomina esta categoria gramatical) pode dar-se por três vias: 1) Ou se trata de um nome que se refere... Continue lendo →
Discutimos, nos textos anteriores, a hipótese objetora inicial, os argumentos que a suportavam, o argumento sed contra e a resposta sintetizadora de São Tomás. São Tomás passará, agora, a responder aos argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento é o que... Continue lendo →
Defender a possibilidade de ter uma noção de que há algum fundamento absoluto para a realidade, a quem todos os povos, em todos os tempos, chamaram “Deus”, mesmo sem conhecê-lo adequadamente, é defender que há um assunto em comum que... Continue lendo →
“Aquilo que não se pode falar, deve-se calar”. É assim que termina o famoso “Tractatus Logico-Philosophicus” de Wittgenstein; é um veto à linguagem religiosa, ou mais especificamente, a qualquer pretensão científica de discursos teológicos. E um veto forte: segundo ele,... Continue lendo →
Depois de discutir, numa longa questão com 13 artigos, o problema do conhecimento de Deus, São Tomás nos introduz agora num problema linguístico: como podemos falar das coisas que conhecemos sobre Deus? Esta relação entre o que falamos e o... Continue lendo →