De que exatamente estamos falando, quando usamos a palavra “Deus”? Se é verdade que não podemos conhecer a essência de Deus nesta vida, a não ser por uma graça especial que, mesmo assim, gera uma experiência que muito dificilmente pode... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, como São Tomás identifica três tipos de relações, a partir da análise dos termos ou extremos da própria relação, além da natureza do próprio vínculo. Vimos como esta questão é importante, uma vez que nossa forma... Continue lendo →
Como falar de Deus, eterno e imutável, a partir da sua relação com a sua criação, que se caracteriza pela contingência, pela mudança, pela temporalidade? Vimos nos argumentos objetores iniciais seis posições que negam que seja possível atribuir a Deus... Continue lendo →
Como poderíamos falar de uma relação em que de um lado há Deus, eterno, imutável e perfeito, e do outro estão suas criaturas? Este artigo trata disto, e é uma aula muito profunda sobre a categoria das relações, como compreendida... Continue lendo →
Nos últimos textos, nós vimos como as palavras humanas podem ser usadas para falar de Deus, e em especial como podemos expressar, com várias palavras que não são sinônimas entre si, toda a riqueza que em Deus se apresenta como... Continue lendo →
No primeiro texto sobre este artigo, fomos introduzidos no debate sobre o uso das mesmas palavras para as criaturas e para Deus, sob a hipótese inicial de que este uso era unívoco. Três argumentos objetores foram aduzidos em favor da... Continue lendo →
No texto anterior, começamos a conversa sobre a univocidade e a equivocidade nas palavras que usamos para Deus e para as criaturas. Devemos sempre lembrar que, de acordo com o artigo 1 desta questão, na qual São Tomás cita a... Continue lendo →
Nesta parte da nossa visita a esta catedral literária maravilhosa que é a Suma Teológica, chegamos num lugar interessantíssimo: um quadro de chaves. Encontramos aqui uma chave-mestra desta construção tão bela: esta chave se chama “analogia”. Mas não coloquemos os... Continue lendo →
Se Deus é a própria simplicidade, como já vimos na questão 3, e se nele todas as perfeições são iguais à sua essência, como vimos na questão 4, como pode ser que as nossas palavras sobre Deus se multipliquem? Se... Continue lendo →