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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Questão 13

Primeira parte – questão 13 – Artigo 8 – se, quando usamos a palavra “Deus”, estamos nos referindo à própria natureza divina.

De que exatamente estamos falando, quando usamos a palavra “Deus”? Se é verdade que não podemos conhecer a essência de Deus nesta vida, a não ser por uma graça especial que, mesmo assim, gera uma experiência que muito dificilmente pode... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 7 – Se quando atribuímos palavras a Deus a partir da sua relação com as criaturas, tais palavras trazem em si a noção de temporalidade. (3 de 3)

Vimos, no texto anterior, como São Tomás identifica três tipos de relações, a partir da análise dos termos ou extremos da própria relação, além da natureza do próprio vínculo. Vimos como esta questão é importante, uma vez que nossa forma... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 7 – Se quando atribuímos palavras a Deus a partir da sua relação com as criaturas, tais palavras trazem em si a noção de temporalidade. (2 de 3)

Como falar de Deus, eterno e imutável, a partir da sua relação com a sua criação, que se caracteriza pela contingência, pela mudança, pela temporalidade? Vimos nos argumentos objetores iniciais seis posições que negam que seja possível atribuir a Deus... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 7 – Se quando atribuímos palavras a Deus a partir da sua relação com as criaturas, tais palavras trazem em si a noção de temporalidade. (1 de 3)

Como poderíamos falar de uma relação em que de um lado há Deus, eterno, imutável e perfeito, e do outro estão suas criaturas? Este artigo trata disto, e é uma aula muito profunda sobre a categoria das relações, como compreendida... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 6 – Se as nossas palavras aplicam-se às criaturas primeiro que a Deus.

Nos últimos textos, nós vimos como as palavras humanas podem ser usadas para falar de Deus, e em especial como podemos expressar, com várias palavras que não são sinônimas entre si, toda a riqueza que em Deus se apresenta como... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 5 – Se quando atribuímos as mesmas palavras para Deus e para as criaturas, elas são atribuídas univocamente. (3 de 3)

No primeiro texto sobre este artigo, fomos introduzidos no debate sobre o uso das mesmas palavras para as criaturas e para Deus, sob a hipótese inicial de que este uso era unívoco. Três argumentos objetores foram aduzidos em favor da... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 5 – Se quando atribuímos as mesmas palavras para Deus e para as criaturas, elas são atribuídas univocamente. (2 de 3)

No texto anterior, começamos a conversa sobre a univocidade e a equivocidade nas palavras que usamos para Deus e para as criaturas. Devemos sempre lembrar que, de acordo com o artigo 1 desta questão, na qual São Tomás cita a... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 5 – Se quando atribuímos as mesmas palavras para Deus e para as criaturas, elas são atribuídas univocamente. (1 de 3)

Nesta parte da nossa visita a esta catedral literária maravilhosa que é a Suma Teológica, chegamos num lugar interessantíssimo: um quadro de chaves. Encontramos aqui uma chave-mestra desta construção tão bela: esta chave se chama “analogia”. Mas não coloquemos os... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 4 – Se as palavras que usamos para falar de Deus são simplesmente sinônimas entre si.

Se Deus é a própria simplicidade, como já vimos na questão 3, e se nele todas as perfeições são iguais à sua essência, como vimos na questão 4, como pode ser que as nossas palavras sobre Deus se multipliquem? Se... Continue lendo →

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