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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Questão 13

Primeira parte – questão 14 – Artigo 1 — Se em Deus há conhecimento (1 de 2)

O que vem na nossa mente quando ouvimos a palavra “ciência”? Pensamos logo num corpo objetivo de conhecimentos capaz de nos dar poder sobre a natureza, permitindo-nos de algum modo compreender o modo de fazê-la trabalhar em nosso favor. A... Continue lendo →

Primeira Parte – Questão 13 – Artigo 12 – Se podemos formar proposições afirmativas verdadeiras sobre Deus. (2 de 2)

Podemos construir proposições afirmativas sobre Deus? Vimos, no texto anterior, a hipótese negativa trazida por São Tomás para provocar o debate, que basicamente surge de uma superposição entre a esfera lógica e a esfera ontológica, bem típica da inteligência humana.... Continue lendo →

Primeira Parte – Questão 13 – Artigo 12 – Se podemos formar proposições afirmativas verdadeiras sobre Deus. (1 de 2)

Estudamos, nesta questão, os debates que São Tomás promoveu acerca da possibilidade de atribuir nomes a Deus, ou seja, de usar palavras para expressar os conceitos que formamos sobre ele – pela via da negação, da excelência ou da causalidade.... Continue lendo →

Primeira parte – questão 13 – artigo 11 – Se que o nome “Aquele que é” é o nome mais próprio para Deus.

Temos caminhado muito nesta grande catedral, aprazível, misteriosa e às vezes quase incompreensível. Ao longo destes sete meses em que tenho publicado minhas notas de estudo sobre a Suma aqui, às vezes sinto uma nostalgia muito real de estar nela.... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 10 – se o nome de Deus é sempre unívoco, quando o usamos para designar aquilo que é Deus por natureza, por semelhança ou por opinião. (3 de 3)

No último texto, tratávamos da importância de compreender o uso analógico das palavras, e como este uso está tão estreitamente relacionado á própria visão tomista da analogia do ser. É por isto que o exemplo que São Tomás nos dá,... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 10 – se o nome de Deus é sempre unívoco, quando o usamos para designar aquilo que é Deus por natureza, por semelhança ou por opinião. (1 de 3)

No artigo anterior, que estudamos mais longamente do que eu gostaria, mas mais brevemente do que eu deveria, o debate foi sobre os “modos de comunicabilidade” da palavra “Deus”. Como nós sabemos, uma palavra pode ser aplicada a alguma coisa... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 9 – Se a palavra “Deus” é um nome comunicável. (3 de 3)

Antes de continuar a discussão sobre a comunicabilidade do nome de Deus, não resisto a uma pequena digressão: como veremos, ao estudar a antropologia tomista, há na espécie humana algo que ultrapassa a condição da matéria, que é exatamente a... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 9 – Se a palavra “Deus” é um nome comunicável. (2 de 3)

No texto anterior, havíamos começado a discutir os casos de comunicabilidade de naturezas, e portanto dos respectivos nomes. Vimos o primeiro caso, o modo próprio e real de comunicação. Veremos agora a comunicação por semelhança. O modo de comunicação de... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 9 – Se a palavra “Deus” é um nome comunicável. (1 de 3)

A palavra “Deus” existe. E tem um sentido, ainda que para possibilitar que se negue a própria realidade que ela quer descrever, esta palavra é necessária. Nem os ateus, portanto, podem, a rigor prescindir da palavra “Deus”, e precisam saber... Continue lendo →

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