Retomando. O que está em jogo, neste artigo, é descobrir se a finalidade do agente, tal como se apresenta à sua própria mente quando escolhe a sua conduta, é capaz de identificar a conduta, dando a ela especificidade que a... Continue lendo →
Introdução. O problema aqui é simples: trata-se de saber como posso identificar um ato humano como um ato pertencente a uma espécie ou a outra. Por exemplo, como distinguir o ato de um cirurgião que usa o bisturi para cortar... Continue lendo →
Retomando para finalizar. Um universo cheio de finalidade; cada coisa tem seu fim, e é concebida e existe em função dele, para alcançá-lo. Cada coisa é movida para o fim por sua própria forma substancial, e o fim existe como... Continue lendo →
Retomando. Perguntávamos, no último texto, se o fim, a finalidade, é algo que está inscrito na natureza, ou se é algo imposto de fora por algum ser inteligente, como o olho do ser humano “lê” as horas no relógio -... Continue lendo →
Introdução. No último artigo, vimos que Tomás nos demonstrou que agir para uma finalidade é próprio do ser humano, no sentido de que os atos realmente humanos são aqueles que se dirigem de modo reflexivo e consciente para um fim... Continue lendo →
Retomando para concluir. Estamos, com este artigo, iniciando o chamado “Tratado sobre a Felicidade”, que faz a transição entre a primeira parte da Suma - que trata de Deus e da criação, bem como da relação de Deus com tudo... Continue lendo →
Retomando. O conhecido parágrafo introdutório de Aristóteles na sua obra “Ética a Nicômaco” nos ensina que “toda arte e toda indagação, assim como toda ação e todo propósito, visam a algum bem; por isto foi dito acertadamente que o bem... Continue lendo →
Introdução. Estamos, agora, em outro ponto da Suma: a parte que diz respeito, mais de perto, ao ser humano e ao seu modo de ser, especialmente à liberdade humana. Se, na primeira parte, estudamos o movimento pelo qual a criação... Continue lendo →