1. Retomando para encerrar. Nossas ações podem ter valor perante Deus, sempre que sejam movidas pela graça e formadas pelo amor. Não é indiferente a ele o que fazemos, o quanto manifestamos o amor dele por nós em nossas obras.... Continue lendo →
1. Retomando. Como medir o valor de nossas ações perante Deus? Somos como aquelas crianças que pedem dinheiro ao pai para comprar o próprio presente que darão a ele no seu aniversário, e ainda pedem ajuda a ele para embrulhar... Continue lendo →
1. Introdução. Qual o valor das nossas ações perante Deus? Num movimento que parece de humildade, mas, na verdade, é de ruptura, nós, seres humanos de hoje, tendemos a minimizar o valor de nossas ações perante Deus, atribuindo somente à... Continue lendo →
1. Para encerrar. Vimos, nos outros textos, que as virtudes são aquelas disposições estáveis que aperfeiçoam nossas capacidades naturais, tornando-as capazes de atuar com perfeição. Todo ser humano tem, por exemplo, a capacidade de tocar um instrumento musical; mas certamente... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. As virtudes morais são aqueles hábitos ou disposições que permitem às nossas potências realizar seu ato com facilidade e perfeição, como nos ensina Aristóteles no Livro 2 da Ética a Nicômaco, mais especialmente no capítulo 6... Continue lendo →
1. Introdução. O tema aqui proposto é muito interessante. Será que, vivendo no paraíso, nossos pais tinham todas as virtudes morais que caracterizam uma pessoa bem formada em nosso mundo? Essa pergunta adquire tons bem interessantes quando pensamos no paraíso... Continue lendo →
1. De volta. O ideal do ser humano não é de impassibilidade. É necessário ter sentimentos, envolver-se emocionalmente na vida, e a virtude consiste justamente em fazer com alegria aquilo que a razão reconhece como bom. Essa ideia de que... Continue lendo →
1. Introdução. A ideia fundamental de conceber nos primeiros humanos como seres racionais e virtuosos significa conceber que não foi a falta de informações nem a falta de virtudes humanas, nem mesmo a falta da graça divina, que nos levou... Continue lendo →
1. De volta ao debate. Já ouvimos inúmeras vezes o relato bíblico da queda. E ele não nos toca, não nos choca. Pelo menos não como deveria. É como que uma história distante, talvez mítica, uma forma literária de narrar... Continue lendo →