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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Questão 86

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 3 de 3.

1. De volta. Quão importante é defender a capacidade do intelecto humano, sua possibilidade de conhecer as coisas, suas causas e até mesmo de participar da providência divina, antevendo as consequências em suas causas, para melhor administrá-las. É exatamente com... Continue lendo →

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 2 de 3.

1. Retomando. O futuro a Deus pertence, diz o velho ditado. Mas a ciência seria de pouca utilidade se não pudesse dar algum tipo de estimativa para o futuro. Por outro lado, se o futuro fosse completamente previsível à ciência... Continue lendo →

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 1 de 3.

1. Introdução. A ciência, com sua capacidade de dominar a natureza, sempre nos permitiu viver melhor, antecipar necessidades e até catástrofes, de tal modo a minorar dores e promover prosperidade. E isso é muito bom. Mas sempre houve também uma... Continue lendo →

Será que nós conhecemos aquilo que é temporário, contingente e passageiro? Primeira parte, questão 86, artigo 3, parte 2 de 2.

1. Retomando. Vimos, então, o paradoxo de ser uma criatura material que vive entre coisas materiais, e que portanto vive a sua própria contingência num mundo contingente, sua própria concretude individual num mundo concreto, e a natureza do intelecto como... Continue lendo →

Será que nós conhecemos intelectualmente aquilo que é temporário, contingente e passageiro? Primeira parte, questão 86, artigo 3, parte 1 de 2.

1. Introdução. Este debate sobre os limites e modos de conhecer do ser humano são excelentes. É preciso, de fato, conhecer os nossos limites e nosso modo próprio de conhecer, e isto nos evita muitos equívocos, e permite um melhor... Continue lendo →

Nossa inteligência pode vir a conhecer o infinito? Primeira parte, questão 86, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Voltando para concluir este artigo. Encerramos o texto anterior com a ideia de que nosso intelecto não pode vir a conhecer atualmente a infinidade, isto é, não pode pensar simultaneamente na infinidade de species ou ideias universais que compõem... Continue lendo →

Nossa inteligência pode vir a conhecer o infinito? Primeira parte, questão 86, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Retornando. Todos os seres humanos tendem, por natureza, ao saber, diz Aristóteles na primeira frase da sua “Metafísica”. E, no livro Sobre a Alma, ele afirma que a alma é, de certo modo, todas as coisas, para explicar a... Continue lendo →

Nossa inteligência pode vir a conhecer o infinito? Primeira parte, questão 86, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introduzindo. O termo “infinito” não é unívoco. O que queremos dizer quando dizemos “infinito”? Algumas vezes estamos nos referindo àquilo que contém em si intermináveis perfeições, como Deus. Mas, outras vezes, estamos nos referindo àquilo que é indeterminado, impreciso,... Continue lendo →

A mente humana pode conhecer intelectualmente as coisas concretas em sua individualidade? Primeira parte, questão 86, artigo 1, parte 2 de 2.

1. Retomando. Não somos anjos. Nosso conhecimento do mundo, portanto, não se dá simplesmente pela posse de um conjunto de universais abstratos que vão se deparando com um mundo que se dá ao nosso poder, mas não à nossa sensibilidade;... Continue lendo →

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