1. Retornar ao debate. Vimos, portanto, que a possibilidade de escolher o bem ao qual aderir decorre de que não vemos Deus em sua essência, nesta vida. Uma vez que a inteligência é capaz de conhecer as coisas sob diversas... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. Houve, na época de Tomás (como hoje em dia) uma certa resistência a Aristóteles, sob a visão de que ele tornava a vontade submetida à inteligibilidade do bem, e assim não existiria a escolha, mas apenas... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da inclinação da vontade para o bem é um dos pontos que nós perdemos, hoje em dia. De fato, parece que nós temos resistência a admitir que a vontade seja naturalmente inclinada para o bem, porque... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no último texto, que a palavra "necessidade" tem muitos sentidos; vimos que ela significa "aquilo que não pode ser de outro modo", e se aplica de diversas maneiras, com relação aos quatro princípios que explicam as coisas,... Continue lendo →
1. Introdução. Falar em vontade é falar em liberdade, mas falar em “querer algo necessariamente” parece ser uma grande contradição. Se a dimensão fundamental da liberdade consiste na capacidade de escolher voluntariamente, como poderíamos admitir que a vontade pudesse inclinar-se... Continue lendo →