1. Retomando o debate. Vimos, então, que a sensualidade, em nós, existe, mas não tem o controle, ou não deveria ter. Ela se submete à razão, pela prudência, e pela vontade, que dá sua anuência. É certo que o pecado... Continue lendo →
1. Retomando. Há uma clássica divisão entre as virtudes morais e as virtudes intelectuais, que se fundamenta num trecho do Livro I da Ética a Nicômaco, em que Aristóteles afirma que há, na alma, além da parte propriamente intelectual, uma... Continue lendo →
1. Introdução. Existe, em nossos tempos, um certo “freudianismo popular” (uma extrapolação do pensamento de Sigmund Freud, famoso criador da psicoterapia), também ligado a interpretações de David Hume e outros iluministas, de que defendiam que as emoções e as paixões... Continue lendo →
1. Voltando. Vimos, no texto anterior, como este movimento da inclinação, de simples atração ou repulsa (chamado de inclinação concupiscível) ao bem ou mal diretamente presente, não explica todas as inclinações do apetite sensível. Cabe, neste momento, uma digressão. A... Continue lendo →
1. Introdução. A vida nunca parece tão simples como os livros. Não há filosofia que dê conta da complexidade do tecido da vida. De fato, parece simples, para nós, imaginar que a potência apetitiva sensorial, ou sensualidade, consiste em receber... Continue lendo →
1. Retomada. O que é a inclinação sensual, ou sensorial, que Tomás (e toda a tradição de seu tempo) chama de “sensualidade”? Algo que não pode nos comandar, porque não podemos deixar de usar a inteligência que temos, e que... Continue lendo →
1. Introdução. Com dissemos no último texto, a palavra “sensualidade” adquiriu, para nós, uma significação muito sexual; de fato, como certa psicologia contemporânea, que se pretende científica mas é apenas redutiva, quis explicar todos os impulsos humanos como expressões não... Continue lendo →