1. Introdução. Há uma questão, aqui, que ultrapassa o plano do trivial. Na verdade, é uma questão importantíssima nos debates de então. E que deveria continuar a ser importantíssima para nós. Se, de fato, há uma estrutura que nos permite... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, as concepções de Platão e Aristóteles quanto à natureza do conhecimento, e como Tomás habilmente combina as duas para construir uma teoria do conhecimento simples e poderosa, capaz de relacionar na liberdade as mentes em torno... Continue lendo →
1. Retomando. Este artigo penetra, cirurgicamente, o mistério da nossa inteligência, e toca num debate que caracterizou toda a antiguidade e a escolástica: o ato humano de conhecer. Esta capacidade de abstrair e assimilar as formas ou ideias, naquilo que... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, vimos a natureza basicamente passiva do nosso intelecto: nascemos com a inteligência como “folhas em branco”, e é a inteligibilidade intrínseca nas coisas que imprimirá, em nós, aquilo que é o aperfeiçoamento de nossa inteligência.... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que há três sentidos para a noção de passividade, no sentido de ser objeto da ação de outro, ou de sofrê-la. O primeiro sentido, próprio, que é aquele em que um aspecto natural do... Continue lendo →
1. Introdução. Passeando na rua estes dias, vi um anúncio que dizia: “Escola tal. Aqui o pensamento do seu filho constrói o mundo!” E pensei: como estamos longe do pensamento de Tomás! Nos tempos dele, se alguém construiu o mundo... Continue lendo →
1. Introdução. O ser humano foi definido, desde tempos antigos, como um animal racional. Mas, se a racionalidade é o traço específico do ser humano, de tal modo que determina mesmo sua humanidade, então não teríamos que dizer que a... Continue lendo →