1. Introdução. Mais uma vez, o que está em jogo, aqui, é a própria substancialidade do ser humano. Sendo uma substância, e não um amontoado caótico de características, capacidades e potências, o ser humano tem alguma ordem intrínseca que lhe... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no último texto, a complexa explicação de Tomás sobre a relação entre a essência da alma e suas potências; em suma, poderíamos dizer que, uma vez que as potências são acidentes próprios, decorrem diretamente da essência, diferentemente... Continue lendo →
1. Retomando. A correta relação entre o que somos e o que fazemos é um ponto crucial na reta antropologia. Por um lado, a nossa dignidade fundamental não vem do que fazemos, mas do que somos. Ninguém é menos digno... Continue lendo →
1. Introdução. Já vimos, nos textos anteriores, que, no ser humano, a existência e a natureza são dons de Deus, mas o agir é um construído, é algo que é acrescido ao ser e ao existir para possibilitar a perfeição... Continue lendo →
1. Introdução. Mais uma vez, a preocupação, aqui, é equilibrar, por um lado, as tendências idealistas, gnósticas, espiritualistas, que acreditam que o ser humano consiste essencialmente numa alma espiritual, e a relação com o corpo é acidental e não ajuda,... Continue lendo →
1. Retomando. No texto anterior, começávamos a debater esta “ordem intrínseca” nas capacidades ou potências humanas, que é, afinal, o fundamento para que uma ética seja possível. É preciso reconhecer uma ordem interna nas potências da alma? Ou todas as... Continue lendo →
1. Introdução. A alma tem capacidades, poderes ou potências. E elas se revelam muito diferentemente do modo pelo qual a onipotência divina se revela. O poder de Deus é uno, indiviso, completo e total. Ele não pode se especificar pelo... Continue lendo →
1. Voltando. Colocados os princípios na resposta sintetizadora de Tomás, podemos reexaminar, agora, suas respostas aos argumentos objetores iniciais. 2. Os argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento. O primeiro argumento afirma que aquilo que vem depois não pode dar identidade,... Continue lendo →
1. Retomando. A questão em debate, aqui, é o critério para distinguir as potências ou capacidades da alma. A hipótese controvertida é a de que não é pelo objeto que distinguimos estas potências, e estudamos, no texto anterior, os quatro... Continue lendo →