1. Retomando. Tomás colocou, no corpo de sua resposta sintetizadora, os elementos para encaminhar o debate. Agora, ele passa a examinar especificamente os argumentos objetores iniciais, respondendo-os com base nos fundamentos colocados na resposta sintetizadora. É uma complementação enriquecedora. Vamos... Continue lendo →
1. Retomando. No texto anterior, vimos instalar-se o debate a respeito do que parece ser uma descrição assimétrica do trabalho da criação, neste terceiro dia. De fato, no primeiro instante da criação, surge algo do nada. Mas este algo era,... Continue lendo →
1. Breves palavras introdutórias. O terceiro dia, no relato bíblico da criação, é um longo dia. Além de distinguir os corpos d’água do solo enxuto, Deus cria os vegetais. E é este, exatamente, o centro de debate aqui. Setá que... Continue lendo →
1. Respondendo aos argumentos objetores iniciais. Havendo colocado, assim, seus próprios critérios para o debate, Tomás passa a revisitar e responder os argumentos objetores iniciais, que são, neste artigo, nada menos do que cinco. Estas respostas sempre enriquecem muito o... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que Santo Agostinho entende o relato bíblico da criação como um relato não cronológico, mas que simplesmente estabelece uma ordem de origem para as coisas. Assim, não é simplesmente um relato de algo que... Continue lendo →
1. Retomando o debate. O debate, aqui, versa sobre a interpretação correta do relato bíblico da criação, quanto ao terceiro dia. Trata-se da narração daquele momento em que Deus ajunta as águas num só lugar, fazendo aparecer o solo seco.... Continue lendo →
1. Palavras iniciais. A hipótese controvertida. A interpretação do relato bíblico caminha, agora, para a formação dos oceanos e lagos, ou seja, a ornamentação da face da terra em lugares secos e corpos de água. Trata-se de estudar o terceiro... Continue lendo →