Não é fácil, como já vimos, tentar harmonizar o relato bíblico da criação com os modelos científicos que vão sendo sucedidos no tempo. Na verdade, temos hoje um modelo científico, chamado de Big Bang”, que aparenta ser, inclusive, mais fácil... Continue lendo →
Vimos, no último texto, os argumentos a respeito de uma possível contradição existente entre defender que a luz é uma qualidade, ou seja, um aspecto acidental de alguma outra coisa, e, ao mesmo tempo, descobrir que ela é algo que... Continue lendo →
Desde o último texto, Tomás nos deixou numa situação de grande suspense: se a luz não é, ela mesma, uma substância, vale dizer, um ente que existe em si mesmo, por direito próprio 9digamos assim), mas apenas um acidente, ou... Continue lendo →
A física dos antigos deparou-se com os mesmos problemas que nos interpelam hoje: no escuro as coisas não são visíveis, mas, havendo luz, tudo se torna reconhecível, inteligível, visível em ato. Mas a própria atmosfera não se torna visível; assim,... Continue lendo →
O debate realizado nos dois artigos anteriores estabelecem que o sentido primeiro do relato bíblico é tratar da luz como realidade material mesmo, já que o sentido espiritual seria um uso extensivo. Ou seja, trouxe-nos para a literalidade da criação... Continue lendo →
Este é mais um artigo daqueles em que se vê o quanto aqueles assuntos que, na época de Tomás, eram do domínio da filosofia e mesmo da teologia, são hoje assunto estritamente científico. Hoje, discutimos em que medida a luz... Continue lendo →
Entraremos, agora, no estudo da criação quanto à chamada “obra dos seis dias”. Trata-se, aqui na Suma, de um estudo que não envolve, simplesmente, a crítica a um texto, nem um concordismo fácil que pretenda harmonizar à força os dados... Continue lendo →