No último texto, estávamos estudando a relação entre a vontade dos anjos e a sensibilidade, as emoções. Concluímos que os anjos não têm aquilo que chamamos de “apetite concupiscível” e “apetite irascível”, que se relaciona com as inclinações que atingem... Continue lendo →
Vimos, portanto, que os anjos têm vontade, têm-na como uma faculdade distinta do próprio intelecto e da própria natureza, e que têm livre arbítrio. Nosso exame, agora, estende-se até os limites do modo pelo qual os anjos vivenciam sua vontade,... Continue lendo →
Como vimos no texto anterior, o debate aqui é sobre o livre arbítrio dos anjos. Em sua resposta sintetizadora, São Tomás inicia uma bela lição sobre o modo pelo qual as criaturas movem-se para o seu fim. De fato, é... Continue lendo →
Eis uma discussão interessantíssima: sobre o livre arbítrio dos anjos. E, como sempre, estudando o livre arbítrio deles, aprendemos mais sobre o nosso. É interessante lembrar que a noção de livre arbítrio não se confunde com a própria liberdade. A... Continue lendo →
A vontade de Deus confunde-se com sua essência mesma. Como pode ser isto? Isto significa simplesmente dizer que em Deus há identidade perfeita e total entre o que ele é e o que ele quer. A essência de um ser... Continue lendo →
Que os anjos têm vontade é algo que ficou claro no último artigo, que comentamos em dois textos. O debate agora é um pouco mais técnico. O que é, qual a estrutura dessa vontade angelical? Ela é uma faculdade, ou... Continue lendo →
Tudo o que existe possui a característica de inclinar-se. As coisas inclinam-se umas às outras, como uma característica estrutural que lhes marca o ser mesmo. Isto é um vestígio da Trindade na criação, sem dúvida; a Trindade mesma mostra que... Continue lendo →
Estudamos longamente a inteligência dos anjos, e foi um estudo muito proveitoso. De fato, conhecer a maneira pela qual os anjos inteligem pode ser uma maneira de afastar erros sobre a inteligência humana. É muito interessante entender como uma criatura... Continue lendo →