1. Introdução. Não é difícil conceder que Deus governa o universo quanto à sua finalidade última e comum, que é o bem universal. Isso parece bem amplo e abstrato, como se Deus fosse uma espécie de “Rainha da Inglaterra” encarregada... Continue lendo →
1. Retomando para terminar. Há, portanto, dois aspectos a serem ressaltados neste artigo, como vimos nos textos anteriores: o primeiro, podemos dizer, é indutivo: observando a unidade, a harmonia, a uniformidade do universo, a unidade de suas leis, confirmada pela... Continue lendo →
1. Retomando. A uniformidade das leis físicas é uma descoberta extraordinária da ciência moderna; não foi prevista por Aristóteles, pela filosofia clássica e medieval nem pela teologia. Talvez pequenos incidentes tecnológicos, como a invenção da luneta, tenha levado os homens... Continue lendo →
1. Introduzindo o assunto. Vimos, então, que há alguém regendo o universo, no artigo primeiro desta questão. Vimos que esta condução se dá em razão de um bem comum universal, que transcende o próprio universo e tudo o que ele... Continue lendo →
1. Voltando para encerrar. Somos criados pelo amor. Isto significa que somos criados para o amor; o amor de Deus, que é o próprio Deus. Por isso, nada do que existe dentro do próprio universo criado pode ser nossa meta,... Continue lendo →
1. Retomando. No texto anterior, começamos a debater a ideia de que o universo, a criação, não foi feita para si mesma. Sua consumação, seu bem final, sua razão de existir, estaria para além dela. Mas, como todos os debates... Continue lendo →
1. Introdução. A pergunta aqui é simples: o universo tem um significado, uma razão, um para que, que transcende seus limites e determina sua própria bondade? Ou seja, a finalidade pela qual o universo existe, aquilo a que ele visa,... Continue lendo →
1. De volta para concluir. Deus governa o mundo, ele o rege como um maestro amoroso, visando conduzir todas as coisas ao fim, ao bem, que é ele mesmo. É muito interessante pensar que a força fundamental que rege o... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, que na melhor visão filosófica clássica e medieval o mundo não é similar a um relógio, que o relojoeiro monta e que passa a funcionar sozinho, sem finalidade, independentemente da própria existência do relojoeiro. Tampouco é... Continue lendo →