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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Primeira parte

A mente humana pode conhecer intelectualmente as coisas concretas em sua individualidade? Primeira parte, questão 86, artigo 1, parte 2 de 2.

1. Retomando. Não somos anjos. Nosso conhecimento do mundo, portanto, não se dá simplesmente pela posse de um conjunto de universais abstratos que vão se deparando com um mundo que se dá ao nosso poder, mas não à nossa sensibilidade;... Continue lendo →

A mente humana pode conhecer intelectualmente as coisas concretas em sua individualidade? Primeira parte, questão 86, artigo 1, parte 1 de 2.

1. Introdução. Aqui se vê o paradoxo da inteligência humana em toda a sua crueza, um paradoxo que tem levado a tantos problemas e erros pelos séculos, quanto à relação entre a realidade concreta que nos cerca – e cujo... Continue lendo →

Nossa inteligência apreende aquilo que é simples e indivisível antes de apreender o que é composto e divisível? Primeira parte, questão 85, artigo 8, parte 3 de 3.

1. Retomando. É muito interessante notar, na resposta sintetizadora de Tomás, as consequências do pensamento filosófico. Filosofia não é algo que se faz no ar; desenvolver, ou tentar desenvolver, uma visão de mundo completa e coerente leva a consequências muito... Continue lendo →

Nossa inteligência apreende aquilo que é simples e indivisível antes de apreender o que é composto e divisível? Primeira parte, questão 85, artigo 8, parte 2 de 3.

1. Retomando. Os anjos não investigam o mundo para conhecê-lo. Eles já têm, no intelecto, todas as informações sobre o mundo. Eles não experimentam, apenas se deparam e interagem com as coisas, tendo já a ciência sobre elas. Assim, certamente... Continue lendo →

Nossa inteligência apreende aquilo que é simples e indivisível antes de apreender o que é composto e divisível? Primeira parte, questão 85, artigo 8, parte 1 de 3.

1. Introdução. Dizer que algo é divisível significa dizer que ele é composto de vários elementos, de tal modo que pode ser reduzido, de novo, a seus elementos, quando perde a sua unidade existencial. E aqui estamos num ponto em... Continue lendo →

Será que alguém pode conhecer intelectualmente uma coisa melhor do que outra pessoa? Primeira parte, questão 85, artigo 7, parte 3 de 3.

1. Voltando. Aquilo que nos diferencia (nossa capacidade de experimentar o mundo, no processo de conhecê-lo) faz parte daquilo que é físico em nós, e nos torna, a um só tempo, plurais e individuais. Plurais porque causa a riqueza de... Continue lendo →

Será que alguém pode conhecer intelectualmente uma coisa melhor do que outra pessoa? Primeira parte, questão 85, artigo 7, parte 2 de 3.

1. Retomando o debate. Os anjos são imateriais. Vale dizer, a única diferença que existe entre um anjo e outro é a própria capacidade da inteligência. Isto significa que tudo aquilo que um anjo tem para inteligir, e a profundidade... Continue lendo →

Será que alguém pode conhecer intelectualmente uma coisa melhor do que outra pessoa? Primeira parte, questão 85, artigo 7, parte 1 de 3.

1. Introdução. No texto anterior, estudamos a confiança na capacidade do intelecto humano, sua aptidão para inteligir aquilo com que se depara e conhecer os primeiros princípios do pensamento, de modo que, dadas as condições orgânicas mínimas, somos todos capazes... Continue lendo →

Podemos chegar a inteligir algo falsamente? Primeira parte, questão 85, artigo 6, parte 3 de 3.

1. De volta. A importância deste artigo é enorme – inclusive política. Somente a confiança na inteligência humana, na sua capacidade de inteligir retamente, ao menos a inteligibilidade básica das coisas, e de compreender e aplicar os primeiros princípios da... Continue lendo →

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