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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Será que o relato bíblico da criação também narra convenientemente a obra do sexto dia? Primeira parte, questão 72, artigo único, parte 2 de 3.

1. Retomando. Vimos, então, que o debate, agora, envolve a obra do sexto dia, isto é, a ornamentação do solo enxuto, com a criação dos animais e dos seres humanos. Vimos a hipótese controvertida de que a narração bíblica deste... Continue lendo →

Será que o relato bíblico da criação também narra convenientemente a obra do sexto dia? Primeira parte, questão 72, artigo único, parte 1 de 3.

1. Breves palavras introdutórias. No artigo anterior que estudamos em três textos, a questão 71 debateu a criação das aves e peixes, para ornamentar as águas e a atmosfera; houve apenas um artigo, naquela questão. Aqui também, nesta questão 72,... Continue lendo →

Será que o relato bíblico da criação narra convenientemente a obra do quinto dia? Primeira parte, questão 71, artigo único, parte 3 de 3.

1. O estado do debate. No último texto, examinamos a resposta sintetizadora de Tomás. Examinamos, também, o modo pelo qual ele responde ao primeiro argumento objetor inicial, a partir dos princípios que estabeleceu na sua própria resposta sintetizadora. Examinaremos, agora,... Continue lendo →

Será que o relato bíblico da criação narra convenientemente a obra do quinto dia? Primeira parte, questão 71, artigo único, parte 2 de 3.

1. Retomando. O quinto dia da criação é descrito, no relato bíblico, como aquele dia em que foram criados os peixes e as aves. No último texto, vimos a hipótese controvertida de que o relato bíblico, ao narrar o quinto... Continue lendo →

Será que o relato bíblico da criação narra convenientemente a obra do quinto dia? Primeira parte, questão 71, artigo único, parte 1 de 3.

1. Primeiras palavras. O quinto dia da criação é descrito, no relato bíblico, como aquele dia em que foram criados os peixes e as aves. Trata-se, pois, de um dia em que foram ornadas as águas e a atmosfera. O... Continue lendo →

Será que os astros do céu são seres vivos? Primeira parte, questão 70, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Finalizando a resposta sintetizadora. De todas as operações que poderiam nos levar a acreditar que os astros são seres vivos, restou apenas atividade de locomoção, que, indubitavelmente, os astros celestes têm. Mas mover-se não é necessariamente um traço que... Continue lendo →

Será que os astros do céu são seres vivos? Primeira parte, questão 70, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Relembrando o debate. Vimos que este artigo introduz no debate a possibilidade de que haja vida extraterrestre; não, é claro, sob o enfoque moderno de que existam seres extraterrestres, organismos vivos, morando em outros planetas. Aqui, o debate é... Continue lendo →

Será que os astros do céu são seres vivos? Primeira parte, questão 70, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Breves palavras introdutórias. No começo dos nossos debates, costumávamos lembrar daquelas velhas metáforas, que comparavam a Suma Teológica a uma daquelas magníficas catedrais medievais, que buscavam reunir o cosmos dentro de si, de modo a louvar de modo integral... Continue lendo →

Será que a Bíblia aponta adequadamente o motivo pelo qual os astros foram criados? Primeira parte, questão 70, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Breve resumo do artigo. O debate, aqui, é sobre os fins, apontados no relato da criação, para os astros, em especial o sol e a lua. De fato, trata-se de saber se estes fins são adequadamente descritos ali, ou... Continue lendo →

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