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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Será que a vontade quer sempre necessariamente as coisas que quer? Primeira parte, questão 82, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Retornar ao debate. Vimos, portanto, que a possibilidade de escolher o bem ao qual aderir decorre de que não vemos Deus em sua essência, nesta vida. Uma vez que a inteligência é capaz de conhecer as coisas sob diversas... Continue lendo →

Será que a vontade quer sempre necessariamente as coisas que quer? Primeira parte, questão 82, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Voltando ao tema. Houve, na época de Tomás (como hoje em dia) uma certa resistência a Aristóteles, sob a visão de que ele tornava a vontade submetida à inteligibilidade do bem, e assim não existiria a escolha, mas apenas... Continue lendo →

Será que a vontade quer sempre necessariamente as coisas que quer? Primeira parte, questão 82, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. A questão da inclinação da vontade para o bem é um dos pontos que nós perdemos, hoje em dia. De fato, parece que nós temos resistência a admitir que a vontade seja naturalmente inclinada para o bem, porque... Continue lendo →

Existe alguma coisa que a vontade tem que, necessariamente, querer? Primeira parte, questão 82, artigo 1, parte 2 de 2.

1. Retomando. Vimos, no último texto, que a palavra "necessidade" tem muitos sentidos; vimos que ela significa "aquilo que não pode ser de outro modo", e se aplica de diversas maneiras, com relação aos quatro princípios que explicam as coisas,... Continue lendo →

Vem e segue-me!

Peço licença para fazer umas observações pessoais (13º domingo do Tempo Comum, ano "C"). Achei impressionante o contraste entre a primeira leitura de hoje e o Evangelho! Quando Elias chama Eliseu para segui-lo, trata-se de um chamado a ser um... Continue lendo →

Existe alguma coisa que a vontade tem que, necessariamente, querer? Primeira parte, questão 82, artigo 1, parte 1 de 2.

1. Introdução. Falar em vontade é falar em liberdade, mas falar em “querer algo necessariamente” parece ser uma grande contradição. Se a dimensão fundamental da liberdade consiste na capacidade de escolher voluntariamente, como poderíamos admitir que a vontade pudesse inclinar-se... Continue lendo →

As potências sensoriais do irascível e do concupiscível podem ser ordenadas pela razão humana? Primeira parte, questão 81, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Retomando o debate. Vimos, então, que a sensualidade, em nós, existe, mas não tem o controle, ou não deveria ter. Ela se submete à razão, pela prudência, e pela vontade, que dá sua anuência. É certo que o pecado... Continue lendo →

As potências sensoriais do irascível e do concupiscível podem ser ordenadas pela razão humana? Primeira parte, questão 81, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Retomando. Há uma clássica divisão entre as virtudes morais e as virtudes intelectuais, que se fundamenta num trecho do Livro I da Ética a Nicômaco, em que Aristóteles afirma que há, na alma, além da parte propriamente intelectual, uma... Continue lendo →

As potências sensoriais do irascível e do concupiscível podem ser ordenadas pela razão humana? Primeira parte, questão 81, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. Existe, em nossos tempos, um certo “freudianismo popular” (uma extrapolação do pensamento de Sigmund Freud, famoso criador da psicoterapia), também ligado a interpretações de David Hume e outros iluministas, de que defendiam que as emoções e as paixões... Continue lendo →

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