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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Será que Adão e Eva eram pessoas perfeitamente virtuosas? Primeira parte, questão 95, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Para encerrar. Vimos, nos outros textos, que as virtudes são aquelas disposições estáveis que aperfeiçoam nossas capacidades naturais, tornando-as capazes de atuar com perfeição. Todo ser humano tem, por exemplo, a capacidade de tocar um instrumento musical; mas certamente... Continue lendo →

Será que Adão e Eva eram pessoas perfeitamente virtuosas? Primeira parte, questão 95, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Voltando ao assunto. As virtudes morais são aqueles hábitos ou disposições que permitem às nossas potências realizar seu ato com facilidade e perfeição, como nos ensina Aristóteles no Livro 2 da Ética a Nicômaco, mais especialmente no capítulo 6... Continue lendo →

Será que Adão e Eva eram pessoas perfeitamente virtuosas? Primeira parte, questão 95, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. O tema aqui proposto é muito interessante. Será que, vivendo no paraíso, nossos pais tinham todas as virtudes morais que caracterizam uma pessoa bem formada em nosso mundo? Essa pergunta adquire tons bem interessantes quando pensamos no paraíso... Continue lendo →

Será que nossos primeiros pais tinham emoções e sentimentos na alma? Primeira parte, questão 95, artigo 2, parte 2 de 2.

1. De volta. O ideal do ser humano não é de impassibilidade. É necessário ter sentimentos, envolver-se emocionalmente na vida, e a virtude consiste justamente em fazer com alegria aquilo que a razão reconhece como bom. Essa ideia de que... Continue lendo →

Será que nossos primeiros pais tinham emoções e sentimentos na alma? Primeira parte, questão 95, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. A ideia fundamental de conceber nos primeiros humanos como seres racionais e virtuosos significa conceber que não foi a falta de informações nem a falta de virtudes humanas, nem mesmo a falta da graça divina, que nos levou... Continue lendo →

Nossos primeiros pais foram criados em graça perante Deus? Primeira parte, questão 95, artigo 1, parte 3 de 3.

1. De volta ao debate. Já ouvimos inúmeras vezes o relato bíblico da queda. E ele não nos toca, não nos choca. Pelo menos não como deveria. É como que uma história distante, talvez mítica, uma forma literária de narrar... Continue lendo →

Nossos primeiros pais foram criados em graça perante Deus? Primeira parte, questão 95, artigo 1, parte 2 de 3.

1. Retomando. Amor e liberdade. O amor pressupõe a liberdade, é aquilo que dá sentido à própria liberdade. De fato, sem a possibilidade de renúncia ao amor, o amor jamais poderia existir, porque não há amor imposto, não há amor... Continue lendo →

Nossos primeiros pais foram criados em graça perante Deus? Primeira parte, questão 95, artigo 1, parte 1 de 3.

1. Introdução. Vimos, na última questão, que o ser humano que caiu não tinha problemas de falta de informação ou de falta de discernimento. Sendo ele o modelo da humanidade, seria de se esperar que sua inteligência fosse o padrão... Continue lendo →

Será que nossos primeiros pais, na inocência original, poderiam se enganar? Primeira parte, questão 94, artigo 4, parte 3 de 3.

1. Retomando. A inteligência humana é diferente, em natureza, da inteligência do anjo. Embora seja uma faculdade espiritual de conhecimento, está necessariamente ligada ao corpo, e seu ato é inseparável dos atos corporais de exploração sensorial, organização de dados, formação... Continue lendo →

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