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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

A felicidade inclui também os estímulos sensoriais? Primeira parte, questão 3, artigo 3, parte 2 de 3.

Retomando.  Qual a parte das sensações corporais na situação da felicidade? Eis uma questão tormentosa. Se, por um lado, parece ser uma ideia muito difundida aquela de que a felicidade se confunde com o prazer, e este se manifesta como... Continue lendo →

A felicidade inclui também os estímulos sensoriais? Primeira parte, questão 3, artigo 3, parte 1 de 3.

Introdução.  Não somos anjos. Somos seres humanos. Isto significa que somos seres essencialmente biológicos, corporais, sensíveis. Dotados de órgãos dos sentidos, capazes de interação biológica com o ambiente. E os estímulos sensoriais, como sabemos, podem ser prazerosos ou desprazerosos.  A... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 4 de 4

Retomando para encerrar. A felicidade poderia ser descrita como um dinamismo, em nós, que resulta de uma relação vital com Deus. Essa relação não exclui as outras, mas é o sentido, a orientação, a finalidade pela qual todas as outras... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 3 de 4

Retomando mais uma vez. O que é a felicidade em nós? Há uma grande tentação de dizer que ela é algum tipo de “estado” em que entramos quando contemplamos o Senhor, uma espécie de “nirvana” imóvel e inabalável, ou mesmo... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 2 de 4

Retomando. O debate, aqui, diz respeito à própria vivência da felicidade em nós. Sendo a felicidade algo de que participamos, que tipo de realidade será ela em nós? A hipótese inicial é a de que ela não é uma dinâmica,... Continue lendo →

A felicidade é uma atividade? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 2, parte 1 de 4

Introdução. Vimos, nos textos anteriores, que a felicidade é algo que se cria em nós quando entramos em relação com Deus, que é a própria felicidade. Mas que coisa seria essa? A felicidade é um estado, ou seria uma qualidade?... Continue lendo →

Será que a felicidade está no campo das coisas propriamente divinas? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 1, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Deus é nosso fim último; só Nele podemos ser felizes, porque, no fim das contas, só Ele é feliz, e a felicidade que almejamos é a participação na felicidade que é propriamente Dele. Mas o que significa... Continue lendo →

Será que a felicidade está no campo das coisas propriamente divinas? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 1, parte 2 de 3.

Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese de que a felicidade seria algo exclusivamente da esfera do divino, e portanto fora do alcance dos mortais como nós. Esta hipótese foi sustentada por três argumentos iniciais: o primeiro argumento lembra que... Continue lendo →

Será que a felicidade está no campo das coisas propriamente divinas? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 1, parte 1 de 3.

Introdução. Se, na questão anterior, fomos confrontados com o debate a respeito de onde, em que bem, está a felicidade, agora debateremos em que ela consiste exatamente. Digamos que, na questão anterior, estávamos debatendo valores - qual o valor supremo,... Continue lendo →

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