1. Introdução. A nossa era gosta muito de super-heróis. De carto modo, eles substituíram os cavaleiros medievais e os aventureiros da modernidade para fazer renascer a ideia dos semideuses gregos poderosos. Valentes, robustos, poderosos, alguns deles são verdadeiramente invulneráveis a... Continue lendo →
1. Voltando para fechar. A natureza humana envolve uma radical dependência de Deus. Nossa vida depende inteiramente dele. No paraíso, ser imaculado significava ser inteiramente dependente dele para viver e sobreviver, ter a vida como um dom. É certo, porém,... Continue lendo →
1. Retomando. Há muitas coisas que vivemos, mas não são simplesmente nossas: são bens relacionais, que decorrem da nossa relação com Deus. Seria isso exatamente o que a teologia chama de “graça”? Sim, de certo modo, se tomarmos a noção... Continue lendo →
1. Introdução. Deus não criou a morte. De fato, se vasculharmos os dois primeiros capítulo do Livro do Gênesis, ou mesmo os relatos de criação que estão registrados no Livro dos Salmos e em outras partes da Bíblia, não há... Continue lendo →
1. Retomando. A relação é natural, ela é substancial em Deus e, em nós, é definidora de identidade. A relação não é um ônus, um fardo, algo que oprime e massacra, mas é parte de ser pessoa: assim como, em... Continue lendo →
1. Introdução. Como seria a organização da humanidade se não houvesse a queda no pecado? Se não fosse o pecado, ou seja, se vivêssemos na plenitude do plano de Deus, será que haveria algum tipo de ascendência, de hierarquia, de... Continue lendo →
1. De volta. Corporeidade, sexualidade, geração, liberdade, convivência, finitude. Eis as fontes da nossa diversidade, mesmo no paraíso, mesmo abstraindo do pecado. Iguais somos, em essência, mas diferentes, diversos, no acidental, e isso é uma riqueza que o próprio Deus... Continue lendo →
Este texto é daqueles que, volta e meia, escrevo, sobre assuntos de fé que me interpelam, e que não são propriamente da Suma. Mas que quero deixar registrados aqui. O assunto hoje é o capítulo 2 da maravilhosa Exortação Apostólica... Continue lendo →
1. Retomando. A existência de uma ordem implica o reconhecimento de diversidade. A uniformidade não precisa ser ordenada: ela já é uniforme por si mesma. Ora, se a ordem que havia no mundo, antes da queda, foi instituída pelo próprio... Continue lendo →