1. Introdução. A questão aqui não diz mais respeito à razão teorética, científica, que foi tratada no artigo anterior. Agora o que está em questão é a razão prática. Já sabemos que o intelecto das crianças, mesmo que fossem concebidas... Continue lendo →
Voltando para encerrar. Aprender é parte da estrutura natural do ser humano. Assim, não saber não é um defeito. Haveria, pois, uma diferença entre não saber, por um lado, e estar mal-informado, compreender mal, distorcer. Estas últimas coisas não aconteceriam... Continue lendo →
Retomando. O fato de que é necessário conceber aqueles primeiros seres humanos, feitos diretamente por Deus, como seres humanos plenos e terminados, é algo que faz todo sentido: Deus se ocupou pessoalmente deles, e Deus não faz obra incompleta. Por... Continue lendo →
Introdução. A teologia nos ensina que nossos primeiros pais foram criados com todo o conhecimento que um ser humano pode ter, ou seja, perfeitos em ciência. É claro que esta situação se deu no paraíso, ou seja, numa posição que,... Continue lendo →
1. De volta. A vida eterna, ou seja, a participação na própria vida divina, que Boécio já definiu como a posse total, simultânea e perfeita de uma vida interminável, difere de uma vida humana interminável. A vida interminável no tempo... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que a perspectiva, no paraíso, seria de uma vida infinitamente extensa, não marcada por doença ou morte, daqueles que nascessem ali, sem a marca do pecado original. Mas as portas da vida eterna, daquela... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, no artigo anterior, que se não tivéssemos sofrido os efeitos do pecado original, nossos primeiros pais teriam transmitido a seus filhos uma natureza ordenada, imaculada, coroada imediatamente com a graça santificante que traz a justificação, ou seja,... Continue lendo →
1. De volta. Deus não regateia a graça. Ela é de graça, como o nome diz. Mas pressupõe a natureza humana: pode ser rejeitada. Esta relação entre natureza e graça não é mágica: a graça pressupõe a natureza e a... Continue lendo →
1. Introdução. Nesta questão, debateremos um assunto importante, que ainda causa grandes debates, por exemplo: entre católicos e protestantes: a diferença entre justificação e salvação. É preciso, em primeiro lugar, lembrar que, teologicamente, a justificação tem a ver com a... Continue lendo →