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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

A felicidade consiste em adquirir muita ciência? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 6, parte 1 de 3.

Introdução. Se a felicidade não está essencialmente no intelecto prático, que calcula e planeja - embora ele se relacione com a felicidade na medida que permite construir-nos como pessoas melhores - ele deve ter relação direta com aquela função da... Continue lendo →

Será que a felicidade consiste numa atividade do intelecto prático? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 5, parte 3 de 3.

Retomando. A razão prática nos habilita a fazer duas coisas - transformar o mundo à nossa volta, naquele trabalho que os antigos chamavam de poiesis, e transformar a nós mesmos, aperfeiçoando-nos, naquela atividade que os antigos chamavam de praxis. Assim,... Continue lendo →

Será que a felicidade consiste numa atividade do intelecto prático? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 5, parte 2 de 3.

Introdução. A felicidade é a razão fundamental pela qual nos movemos, pela qual fazemos o que devemos fazer. A questão é que utilitaristas e hedonistas não compreendem bem essa verdade fundamental, e creem - e defendem - que, no fundo,... Continue lendo →

Será que a felicidade consiste numa atividade do intelecto prático? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 5, parte 1 de 3.

Introdução. Estamos estudando exatamente em que consiste a felicidade em nós. Já vimos que ela não é um “estado”, no sentido de um repouso em que nos coloquemos, mas uma dinâmica, quer dizer, uma atividade. Aqueles que buscam a felicidade,... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 4 de 4.

Retomando para concluir. A vontade desvinculada da inteligência leva ao voluntarismo absoluto e à ilusão de que a liberdade está em poder fazer tudo e qualquer coisa; a vontade de poder seria o movimento do ser humano para a liberdade,... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 3 de 4.

Retomando. A felicidade é o resultado de uma participação humana naquilo que é próprio de Deus. Podemos dizer que, em nós, a felicidade decorre de uma relação - a relação de conhecimento e amor a Deus. Mas nem tudo aquilo... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 2 de 4.

Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese de que a vontade é aquela capacidade humana em que a felicidade reside de modo próprio, ou seja, a vontade seria o verdadeiro sujeito da felicidade. Vimos cinco argumentos iniciais que tentavam comprovar... Continue lendo →

Será que a felicidade é um ato da vontade humana? Primeira seção da segunda parte, questão 3, artigo 4, parte 1 de 4.

Introdução. Cada tempo tem seus próprios desvios. No nosso tempo, certamente tendemos a um voluntarismo: felicidade não seria um conhecer, mas um querer, uma vontade que pode desejar tudo, abranger tudo, dominar tudo. Uma vontade em expansão, poderosa, ilimitada. Esta... Continue lendo →

A felicidade inclui também os estímulos sensoriais? Primeira parte, questão 3, artigo 3, parte 3 de 3.

Retomando para concluir.  A felicidade plena, aquela de que gozam os santos, envolve os sentidos, tanto antecedentemente (os sentidos são o meio de contato com o mundo, que nos permite conhecê-lo, aprender, e, em última instância, nos conduz a Deus),... Continue lendo →

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