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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Será que as tentações são artimanhas próprias do Diabo? Primeira parte, questão 114, artigo 2, parte 1 de 2.

Introdução. A nossa era tem é certo, dificuldades com a figura do Diabo; quer por considerá-la como uma figura mitológica de personificação imaginária do mal impessoal, quer por, ao contrário, pintá-lo como um “antideus”, um deus do mal, adversário de... Continue lendo →

Será que os seres humanos são atacados por demônios? Primeira parte, questão 114, artigo 1, parte 3 de 3.

Retomando para encerrar. Não há paralelismo entre Deus e o Diabo, dizíamos no último texto. Deus mantém o comando da Sua criação, mesmo considerando que o Diabo, de fato, é uma criatura poderosíssima - é, no entanto, apenas uma criatura.... Continue lendo →

Será que os seres humanos são atacados por demônios? Primeira parte, questão 114, artigo 1, parte 2 de 3.

Retomando. No último texto, vimos a hipótese provocadora inicial, que quer nos chamar a debater este assunto, a nos propor que não existem demônios encarregados de nos atacar espiritualmente para nos afastar de Deus e nos levar à perdição.  De... Continue lendo →

Será que os seres humanos são atacados por demônios? Primeira parte, questão 114, artigo 1, parte 1 de 3.

Introdução. Estudamos detalhadamente o papel dos anjos, e especialmente dos anjos da guarda, no governo do universo. Mas há uma outra realidade: a dos anjos decaídos, ou demônios, comandados pelo Diabo, líder da maldade. Criatura elevadíssima em seus poderes, mas,... Continue lendo →

Será que os anjos podem brigar ou discordar entre si? Primeira parte, questão 113, artigo 8, parte 2 de 2. 

Retomando. A hipótese controvertida, que estamos debatendo aqui, propõe que entre os anjos guardiões não pode haver luta nem discórdia, o que nos sinaliza, dizíamos no primeiro texto, que talvez possa haver, sim, alguma hipótese de discórdia entre eles -... Continue lendo →

Será que os anjos podem brigar ou discordar entre si? Primeira parte, questão 113, artigo 8, parte 1 de 2.

Introdução. A humanidade tem enfrentado conflitos e discórdias, desentendimentos e guerras, individuais e coletivas. Muitas vezes trata-se mesmo de povos irmãos, vizinhos, ambos até igualmente de tradição cristã, ou mesmo de desentendimentos na família ou na Igreja. Como ficam os... Continue lendo →

Os anjos da guarda sofrem com as coisas ruins que acontecem com aqueles que devem guardar? Primeira parte, questão 113, artigo 7, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Dizíamos, no último texto, que há uma diferença considerável entre: 1) sofrer a tristeza de ser contrariado em sua vontade, por um lado, e 2) ter compaixão por aquele que sofre, desapontar-se com o erro alheio, solidarizar-se... Continue lendo →

Os anjos da guarda sofrem com as coisas ruins que acontecem com aqueles que devem guardar? Primeira parte, questão 113, artigo 7, parte 2 de 3.

Retomando. Estar no céu, pertencer plena e definitivamente a Deus, é gozar da felicidade final, perpétua e inesgotável. Mas será que isto impede a compaixão com aqueles que sofrem ainda nesta vida? Que tipo de amigo pode ser guardião e... Continue lendo →

Os anjos da guarda sofrem com as coisas ruins que acontecem com aqueles que devem guardar? Primeira parte, questão 113, artigo 7, parte 1 de 3.

Introdução. Estar no céu, estar com Deus, é estar na felicidade perfeita. Mas ser amigo, caminhar junto, é alegrar-se com as alegrias do amigo e entristecer-se com as suas tristezas. Como, então, podemos imaginar que os anjos da guarda são... Continue lendo →

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