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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Será que todas as coisas que existem foram mesmo criadas por Deus? (Primeira parte, questão 44, artigo 1, parte 2 de 2)

No texto anterior, discutimos a respeito da marca da criaturalidade nos entes. Será que todos os entes têm em si esta marca, a marca da sua dependência de Deus, ou seja, será que a condição de “criatura” pode ser estendida... Continue lendo →

Será que todas as coisas que existem foram mesmo criadas por Deus? (Primeira parte, questão 44, artigo 1, parte 1 de 2)

Este artigo pode parecer, à primeira vista, um artigo quase arcaico, e de certo modo impenetrável, porque São Tomás usa, aqui, fortemente, o instrumental da filosofia aristotélica para falar de criação. Mas devemos lembrar que Aristóteles não somente viveu quatrocentos... Continue lendo →

Como e por que Deus cria? O que exatamente ele cria? O que significa ser uma criatura? (questão 44, introdução)

Durante todos estes textos que passaram, e ao longo de todas as questões que examinamos, estudamos a Revelação quanto ao que nos deu a conhecer a respeito de Deus em si mesmo. O esforço de Tomás sempre foi o de... Continue lendo →

Será que uma Pessoa só é enviada em missão por outra Pessoa da qual ela procede eternamente? (Primeira parte, questão 43, artigo 8)

Eis o último artigo desta parte da Suma que procura aprofundar-se no nosso conhecimento teológico sobre Deus. É muito interessante que terminemos esta parte com a afirmação de que o verdadeiro conhecimento de Deus é o conhecimento amoroso, que santifica... Continue lendo →

Será que o Espírito Santo poderia ser enviado de forma visível? (Primeira parte, questão 43, artigo 7, parte 3 de 3)

No texto anterior, vimos às respostas de Tomás aos argumentos de números um, dois e três. Examinaremos agora os argumentos quatro, cinco e seis. O quarto argumento é um argumento de congruência. De fato, diz o argumento, quando o Filho... Continue lendo →

Será que o Espírito Santo poderia ser enviado de forma visível? (Primeira parte, questão 43, artigo 7, parte 2 de 3)

No texto passado, colocamos os termos do debate sobre a possibilidade de uma missão visível do Espírito Santo e, em sua resposta sintetizadora, São Tomás nos mostrou que uma missão visível seria muito conveniente, uma vez que, como seres materiais... Continue lendo →

Será que o Espírito Santo poderia ser enviado de forma visível? (Primeira parte, questão 43, artigo 7, parte 1 de 3)

Para qualquer um que conheça minimamente a história da salvação, parece ser óbvio associar a “missão visível”, aquela que se dá aos sentidos, que ocorre no mundo real, que pode ser percebida externamente por nós, ao envio do Filho para,... Continue lendo →

Será que, sempre que uma criatura humana participa de algum modo na graça, há uma missão invisível para ela? (Primeira parte, questão 43, artigo 6)

Eis um assunto que se tornou distante e obscuro para nós, da contemporaneidade: a graça. Como vimos no artigo 3 desta questão, a graça é a condição para a missão invisível das Pessoas Divinas em nós. Ou seja, cada vez... Continue lendo →

Será que se pode falar numa “missão invisível” do Filho? (Primeira Parte, questão 43, artigo 5).

Vimos, no artigo anterior, que a noção de missão não é adequada ao Pai. A missão pressupõe ser uma pessoa que procede de outra, porque pressupõe, para o envio, uma origem. Mas o Pai não tem origem; vale dizer, ele... Continue lendo →

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