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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

O anjo pode enganar-se naquilo que conhece? Primeira parte, questão 58, artigo 5, parte 2 de 2.

Como vimos no último texto, estamos tratando aqui da possibilidade de engano na mente dos anjos. Será que eles podem equivocar-se, quanto àquilo que conhecem? Anjos podem errar? Podem ter conhecimentos equivocados sobre alguma coisa, ou mesmo ignorar aspectos substanciais... Continue lendo →

O anjo pode enganar-se naquilo que conhece? Primeira parte, questão 58, artigo 5, parte 1 de 2.

Estamos tratando aqui da possibilidade de engano na mente dos anjos. Será que eles podem equivocar-se, quanto àquilo que conhecem? Anjos podem errar? Podem ter conhecimentos equivocados sobre alguma coisa, ou mesmo ignorar aspectos substanciais daquilo que conhecem? De certo... Continue lendo →

Será que os anjos precisam construir sentenças verdadeiras e falsas, isto é, estabelecer juízos, compondo e dividindo, para chegar à verdade no seu conhecimento? Primeira Parte, questão 58, artigo 4, parte 2 de 2.

Vimos, então, que na mente humana a verdade se forma pelo processo de afirmar ou negar alguma coisa do objeto do conhecimento, e isto se dá pela construção de sentenças nas quais o sujeito se une ao predicado de modo... Continue lendo →

Será que os anjos precisam construir sentenças verdadeiras e falsas, isto é, estabelecer juízos, compondo e dividindo, para chegar à verdade no seu conhecimento? Primeira Parte, questão 58, artigo 4, parte 1 de 2.

Em algumas questões desta primeira parte, a Suma discute a questão da verdade, e esta é, sem dúvida, uma questão importantíssima. De fato, como já sabemos, a verdade, como transcendental do ser, está sempre num intelecto. Isto quer dizer que... Continue lendo →

O conhecimento dos anjos está sujeito ao raciocínio e ao discurso lógico para atingir sua perfeição? Primeira parte, questão 58, artigo 3, parte 2 de 2.

No final do último texto, lembramos que Tomás começa sua resposta sintetizadora dizendo que a inteligência dos anjos está para a inteligência humana como os corpos celestes estão para os corpos terrestres, e seria por isto que o Pseudo-Dionísio costumava... Continue lendo →

O conhecimento dos anjos está sujeito ao raciocínio e ao discurso lógico para atingir sua perfeição? Primeira parte, questão 58, artigo 3, parte 1 de 2.

A lógica, na sua forma aristotélico-tomista, consiste no discurso do conhecimento. A lógica é a comunicação do conhecimento, e é pela lógica que somos capazes de tirar todas as consequências daquilo que conhecemos. É pela lógica que, percorrendo os caminhos... Continue lendo →

O anjo pode pensar em várias coisas ao mesmo tempo? Primeira parte, questão 58, artigo 2, parte 2 de 2.

Pensar em tudo simultaneamente é uma característica divina. A criaturalidade pressupõe sempre o limite mental. Talvez, curiosamente, hoje, passados oitocentos anos desde que Tomás escreveu a Suma, nosso jeito de pensar é o mais fragmentado possível. Como fica claro da... Continue lendo →

O anjo pode pensar em várias coisas ao mesmo tempo? Primeira parte, questão 58, artigo 2, parte 1 de 2.

Vimos, então, no artigo anterior, exatamente em que sentido um anjo sabe, e em que sentido ele é capaz de aprender. Neste artigo o debate será sobre outro aspecto da inteligência angélica; será que ele pode pensar em diversas coisas... Continue lendo →

Será que a inteligência dos anjos ainda tem potências a serem desenvolvidas? Primeira Parte, questão 58, artigo 1, parte 2 de 2.

O debate aqui consiste em perquirir exatamente em que sentido o intelecto dos anjos pode estar “em potência”, ou seja, num estado potencial, não atual, não efetivamente portador de conhecimento. Vimos, no texto passado, que a hipótese aqui é a... Continue lendo →

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