Retomando para concluir. Ser mais estudado, ser um grande cientista, ter conhecimentos científicos, filosóficos, até teológicos, é certamente algo bem, dizíamos no último texto. Mas não é isto que constitui nossa felicidade. Conhecemos tantos grandes cientistas infelizes, conhecemos tantas pessoas... Continue lendo →
Retomando. Estudar, obter graus acadêmicos, tornar-se um grande cientista, um sociólogo ou jurista, talvez um doutor em medicina, tudo isso ainda é bem atraente em nossos dias - tanto quanto nos dias de Tomás - e é muito bom (desde... Continue lendo →
Introdução. Se a felicidade não está essencialmente no intelecto prático, que calcula e planeja - embora ele se relacione com a felicidade na medida que permite construir-nos como pessoas melhores - ele deve ter relação direta com aquela função da... Continue lendo →
Retomando. A razão prática nos habilita a fazer duas coisas - transformar o mundo à nossa volta, naquele trabalho que os antigos chamavam de poiesis, e transformar a nós mesmos, aperfeiçoando-nos, naquela atividade que os antigos chamavam de praxis. Assim,... Continue lendo →
Introdução. A felicidade é a razão fundamental pela qual nos movemos, pela qual fazemos o que devemos fazer. A questão é que utilitaristas e hedonistas não compreendem bem essa verdade fundamental, e creem - e defendem - que, no fundo,... Continue lendo →
Introdução. Estamos estudando exatamente em que consiste a felicidade em nós. Já vimos que ela não é um “estado”, no sentido de um repouso em que nos coloquemos, mas uma dinâmica, quer dizer, uma atividade. Aqueles que buscam a felicidade,... Continue lendo →