Retomando. Na busca daquela dimensão humana que abriga a plenitude, a felicidade, chegamos finalmente à alma. Como vimos no texto anterior, a hipótese, agora, é a de que a felicidade é algo da dimensão espiritual do ser humano, não simplesmente... Continue lendo →
Introdução. O que será esta plenitude, este aperfeiçoamento que nos faz repousar no bem e desfrutar, por consequência, do maior prazer espiritual? Já vimos que isto não pode vir de algo externo ao próprio ser humano: não se trata de... Continue lendo →
Retomando para concluir. Não há dúvida, para Tomás, de que o prazer tem relação com a felicidade. Mas não como pensam os hedonistas: o prazer de que falamos aqui é principalmente aquele de natureza espiritual - como a alegria por... Continue lendo →
Retomando. É muito difícil responder à ideia de que o prazer é o fim último do ser humano. De fato, o prazer sensível que decorre de certas condutas parece ser justamente o que nos move a realizá-las, e não se... Continue lendo →
Introdução. Vimos, então, que dos bens internos à pessoa humana, a saúde corporal não pode ser o fim último do ser humano. O próximo candidato é o prazer, o deleite, o gozo que sentimos ao desfrutar alguma situação boa. Trata-se... Continue lendo →
Retomando para concluir. O corpo é um bem, porque é uma dimensão existencial essencial do ser humano. A saúde é um bem de primeira grandeza. A estética corporal, o desenvolvimento muscular, a força, tudo isso é muito bom. Mas nada... Continue lendo →
Retomando. Nosso debate, no fundo, é sobre o sentido da vida, que determina, em última instância, nossas escolhas de vontade. A vontade busca sempre, ainda que não de modo refletido, um fim em suas escolhas, e é esse fim que... Continue lendo →