Retornando. Mencionamos, no texto anterior, a postura de Descartes que, no início do seu Discurso sobre o Método, resolve colocar em dúvida (metódica) não somente o que lhe ensinaram, mas também aquilo que seus sentidos lhe revelam, diante da ideia... Continue lendo →
Introdução. No começo do seu Discurso sobre o Método, Descartes nos propunha duvidar de tudo, inclusive daquilo que nossos sentidos nos apresentavam como estímulos comprobatórios da existência de um mundo exterior e real. Poderíamos, pensava Descartes, estar vivendo numa matrix... Continue lendo →
Retomando para concluir. Dizíamos, na conclusão do último texto, que essa noção de que nossas ações não são inteiramente dominadas por nossa consciência racional não é uma novidade absoluta que tenha sido introduzida pela psicanálise freudiana. Os antigos tinham também... Continue lendo →
Retomando. A experiência de perceber intuições, inspirações, insinuações e mesmo vozes em nossas mentes que parecem não ser nossas é muito comum e muito antiga na humanidade. Isto não é verdade apenas para as experiências ruins ou maléficas, mas também... Continue lendo →
Introdução. O ser humano tem inteligência e vontade; já sabemos que estas características são espirituais, isto é, funcionam de modo independente, com relação ao corpo. Isto, como já vimos, pode ser constatado pelo simples fato de que a inteligência pode... Continue lendo →
Retomando. Nem tudo aquilo que atrai a nossa vontade o faz por livre escolha nossa. Difícil, para nós, hoje, entender isto. De fato, para os antigos, parecia muito óbvia uma verdade que ainda deveria ser óbvia hoje: aquilo a que... Continue lendo →
Retomando. Nós, pessoas de hoje em dia, pensamos na nossa vontade como uma capacidade autônoma e incondicionada de tomar decisões; e quanto mais essas decisões forem tomadas sem ou fora das inclinações naturais, mais moralmente perfeitas elas seriam, para nós.... Continue lendo →
1. Introdução. O que está em jogo, aqui, é a própria autonomia do ser humano, frente a essas criaturas muito mais poderosas espiritualmente do que nós – os anjos e os demônios. Se eles são capazes de movimentar espacialmente as... Continue lendo →
1. Retomando. Estamos debatendo, aqui, se os anjos podem ou não iluminar as mentes humanas, de modo análogo àquele pelo qual um anjo mais elevado ilumina o inferior. Vimos, nos dois textos anteriores, a hipótese provocativa de que os anjos... Continue lendo →