1. Breve retomada. A existência, em sentido próprio, quer dizer, o próprio ser, pertence a Deus e a Deus somente. Ele nos criou e nos mantém na existência; não somos confeccionados a partir de matéria preexistente, nem sequer gerados e... Continue lendo →
1. Retomando. Criar não é fazer alguma coisa a partir de matéria preexistente. Deus não é, nesse sentido, como um artesão que toma de matéria-prima para moldá-la como algo novo. Deus dá existência, o que significa que ele dá existência... Continue lendo →
1. Introdução. Deus não é um super-herói ou uma entidade cósmica que vive em algum lugar do universo e tem poderes acima dos humanos, mas, ainda assim, poderes internos ao próprio universo. Deus não é uma coisa entre as criaturas,... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da reconciliação entre o plano de Deus, sua onipotência amorosa, por um lado, e nosso livre arbítrio, por outro, é recorrente. Assim, há uma tendência a oscilar entre a ideia de que os planos de Deus... Continue lendo →
1. Um pouco de revisão. Na questão 02 desta parte da Suma Teológica, estudamos as vias para falar de Deus; uma delas é a via do motor imóvel (primeira via) e a segunda é a via da causa eficiente final.... Continue lendo →
1. Introdução. Deus não é controle. Ele é amor. Deus é amor. Esta centralidade no amor leva-nos a reinterpretar a ideia de que Deus está no controle sob uma perspectiva inteiramente diferente daquela a partir da qual olhamos para um... Continue lendo →
1. Voltando para encerrar. O governo que Deus exerce sobre o universo criado é essencialmente participativo. Ele inclui todas as coisas, de tal modo que não apenas busquem sua própria perfeição, seus próprios interesses, mas possam colaborar com a perfeição... Continue lendo →
1. Retomando. O mundo tem uma consistência. A matéria faz parte dele, é um dos elementos criados por Deus. Há uma hierarquia entre os entes, e esta é uma ideia muito forte na visão antiga das coisas, que, de certa... Continue lendo →