1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que a perspectiva, no paraíso, seria de uma vida infinitamente extensa, não marcada por doença ou morte, daqueles que nascessem ali, sem a marca do pecado original. Mas as portas da vida eterna, daquela... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, no artigo anterior, que se não tivéssemos sofrido os efeitos do pecado original, nossos primeiros pais teriam transmitido a seus filhos uma natureza ordenada, imaculada, coroada imediatamente com a graça santificante que traz a justificação, ou seja,... Continue lendo →
1. De volta. Deus não regateia a graça. Ela é de graça, como o nome diz. Mas pressupõe a natureza humana: pode ser rejeitada. Esta relação entre natureza e graça não é mágica: a graça pressupõe a natureza e a... Continue lendo →
1. Introdução. Nesta questão, debateremos um assunto importante, que ainda causa grandes debates, por exemplo: entre católicos e protestantes: a diferença entre justificação e salvação. É preciso, em primeiro lugar, lembrar que, teologicamente, a justificação tem a ver com a... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, no texto anterior, toda a carga de incompreensão antiga e medieval sobre a diferenciação sexual, com toda a ideia de que a mulher seria algo como um “homem falho” ou “incompleto”. E vimos como Tomás, embora... Continue lendo →
1. Introdução. Neste artigo, veremos como Tomás consegue debater com toda a carga de machismo que vem de Aristóteles e de toda a tradição grega, e que era abraçada, em seu tempo, mesmo pelas universidades e pelas ciências naturais. Com... Continue lendo →
1. De volta para concluir. A beleza da condição humana é exatamente a aceitação dos limites criaturais, que não são imperfeições, mas parte do dom. Cada um de nós é apenas um pedacinho, uma parte, uma gota que expressa, de... Continue lendo →
1. Retomando. Nossa civilização tem dificuldade com a fertilidade. Isto é fácil de constatar: basta examinar os debates sobre o aborto, inclusive aqueles feitos no Supremo Tribunal brasileiro: é fácil constatar como temos dificuldade de reconhecer os nascituros como pessoas... Continue lendo →
1. Introdução. A infância implica fragilidade, limite, incapacidade de controlar perfeitamente o próprio corpo, necessidade de desenvolvimento. A questão é: essa condição, ser bebê e ser criança, é própria do ser humano, ou decorre do nosso estado decaído? Será que... Continue lendo →