1. De volta. Sobreviver à morte significa sobreviver, de algum modo, à ruptura de todos os vínculos naturais, de todas as relações humanas. É fácil perceber isto; basta imaginar o seguinte: há algum modo de se relacionar com as outras... Continue lendo →
1. Retomando. Que a alma sobrevive à morte, disso souberam não somente muitas religiões, mas até muitos filósofos, com argumentos acessíveis à razão. Já debatemos muito sobre isto em textos anteriores, então não é o caso de voltar. Mas é... Continue lendo →
1. Introdução. Há dois pontos que precisamos estabelecer, aqui, muito claramente, porque Tomás é muito rigoroso quanto a isso: nossa alma não é uma pessoa; ela é a forma, a estrutura de um ente substancial que se caracteriza por ser... Continue lendo →
A tentação de imaginar que se pode ver Deus em tudo o que se conhece é muito perigosa; ela pode tender a eliminar a diferença entre a ordem do criador e a ordem da criatura, que, embora permitam analogias, são... Continue lendo →
Introdução. Como sabemos, o debate sobre o conhecimento de Deus, objetivamente falando, foi realizado na questão 12 desta primeira parte da Suma. Ali, chegamos à conclusão de que Deus não pode ser conhecido, isto é, não podemos chegar a estabelecer... Continue lendo →
1. Retomando. Já vimos, então, que podemos ter alguma informação sobre entes imateriais como os anjos, a partir de analogias ou de seus efeitos na relação com o mundo material, mas não podemos conhecê-los, no sentido de saber quem são,... Continue lendo →
1. Retomando o texto. Não tenho dúvida de que os anjos são capazes de nos ver e de influenciar em nossas vidas, e isto não é necessariamente uma boa notícia. Eles são criaturas, são mais poderosas do que nós e... Continue lendo →
1. Introdução. Agora, neste artigo, fica mais claro o assunto desta questão: estamos falando dos seres propriamente imateriais, como os anjos. Deus é imaterial também, mas não porque seja um ente desprovido de matéria, como os outros, mas porque está... Continue lendo →
Voltando para finalizar. Com este rico artigo, temos estudado qual é a base segura para a razão humana; não para desprezar o conhecimento analógico, ou mesmo o conhecimento recebido; eles são formas válidas, mas incompletas, de conhecer. O conhecimento próprio,... Continue lendo →