1. Introdução. No último artigo que debatemos, o centro da discussão estava na possibilidade de que continuássemos, depois de mortos, a saber concretamente sobre as coisas aqui do nosso universo material, ou seja, não apenas saber de sua existência mas... Continue lendo →
1. Voltando para finalizar. A misericórdia de Deus nos abraçará na morte. Essa é a nossa sobrevivência. Será uma bênção, se estivermos reconciliados com ele, e na medida dessa reconciliação. Mas será uma dor, ao mesmo tempo, porque exporá e... Continue lendo →
1. De volta. A perda da memória pessoal, da possibilidade de recorrer à imaginação formada pelos sentidos, bem como a perda dos próprios sentidos, com a morte, deixa a alma incompleta; já vimos isso. No entanto, ela está desperta e... Continue lendo →
1. Introdução. O texto anterior concluiu com a comparação entre o conhecimento indistinto, confuso, que a alma tem do universo, por iluminação divina, após a morte. É uma notícia, um “saber sobre as coisas” por receber de Deus suas ideias... Continue lendo →
1. Retomando. Terminamos o texto anterior com uma pergunta: afinal, a morte nos desliga de qualquer relação com este mundo natural? Esquecemo-nos dele completamente? Ou continuamos mergulhados nele, acompanhando seus acontecimentos, adquirindo novos e mais profundos conhecimentos sobre ele? Não... Continue lendo →
1. Introdução. A perda do corpo, como já vimos, implica a perda de qualquer capacidade de experimentar empiricamente o mundo, de se relacionar com as coisas materiais, de descobri-las, de conhecê-las, em suma. Significa também a perda de toda a... Continue lendo →
1. De volta mais uma vez. Como vimos nos textos anteriores, a sobrevivência da alma humana, fragmentária como é, é percebida como um “dar-se conta de si mesma”, ter noção de que existe, e que existe como entidade individual, pensante... Continue lendo →
1. Voltando ao tema. A autopercepção é a chave. Essa “consciência de si mesmo” que ultrapassa, inclusive, a questão da memória. A memória está no corpo, depositada como um tesouro de vivências. Mas esse tesouro se perde com a morte,... Continue lendo →
1. Introdução. A sobrevivência após a morte não é a sobrevivência de uma pessoa, porque a pessoa humana é constituída pela plenitude da sua capacidade de relação, isto é, é corpo e alma. Mas é uma sobrevivência com identidade, com... Continue lendo →