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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

mês

dezembro 2022

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 4 de 5.

Retomando. Conhecer não é uma noção unívoca. Podemos tomar conhecimento das coisas, sem conhecê-las de fato. É o caso de um biólogo que estudou uma fruta existente num país longínquo, que ele nunca veio a experimentar; ele pode saber tudo... Continue lendo →

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 3 de 5.

Voltando ao tema. Vimos, então, no último texto, a posição de três grandes pensadores (Platão, Aristóteles e Averróis) sobre a questão do modo pelo qual nossa mente pode (ou não) conhecer diretamente as chamadas “substâncias separadas”, isto é, aquelas coisas... Continue lendo →

Uma historinha de natal!

Há uns dois mil anos, um operário pobre e uma jovenzinha camponesa grávida são obrigados a percorrer mais de cento e cinquenta quilômetros por causa de uma ordem imperial arbitrária de recenseamento. Sem dinheiro para a hospedaria (que não era,... Continue lendo →

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 2 de 5.

Retomando.  Vimos, então, que o debate aqui diz respeito a uma pretensa capacidade da mente humana de apreender, inteligir diretamente, as substâncias imateriais, como as ideias abstratas e universais, os anjos e o próprio Deus. A proposta, colocada como hipótese... Continue lendo →

Será que nossa mente humana consegue apreender diretamente, por experimentação própria, as coisas imateriais? Primeira parte, questão 88, artigo 1, parte 1 de 5.

Introdução. Já estudamos, nas questões anteriores, o modo pelo qual conhecemos aquilo que é o objeto próprio do nosso intelecto, ou seja, as coisas materiais que nos cercam. As criaturas, constituídas de forma e matéria, são o objeto próprio da... Continue lendo →

Nossa inteligência pode conhecer os atos da nossa própria vontade? Primeira parte, questão 87, artigo 4, parte 2 de 2.

1. Retomando. Como vimos no texto anterior, todos os seres são dotados de algum tipo de inclinação, mesmo os inanimados. Nos seres vivos, essas inclinações vão sendo somadas àquelas próprias da vida, da sensibilidade e, no caso dos seres humanos,... Continue lendo →

Nossa inteligência pode conhecer os atos da nossa própria vontade? Primeira parte, questão 87, artigo 4, parte 1 de 2.

1. Introdução. Ter consciência de nossas vontades, exercer poder sobre elas, é a base para que possamos desenvolver virtudes. Se não somos capazes de conhecer reflexivamente nossas próprias vontades, então somos guiados pelos apetites, de modo cego; não somos responsáveis... Continue lendo →

Podemos conhecer diretamente nossos próprios atos intelectuais? Primeira parte, questão 87, artigo 3, parte 2 de 2.

1. Retomando. Falávamos, no texto anterior, que o pensamento e a vontade, que são os atos do nosso intelecto, da nossa mente, são atos imanentes, isto é, iniciam-se e completam-se no sujeito mesmo, sem modificar o mundo externo. Os atos... Continue lendo →

Podemos conhecer diretamente nossos próprios atos intelectuais? Primeira parte, questão 87, artigo 3, parte 1 de 2.

1. Introdução. Esta questão, a questão 87, trata do autoconhecimento humano. É um tema, aliás, com enorme atualidade: vivemos numa era de busca de autoconhecimento, de meditações, de cuidado consigo mesmo, e portanto numa era em que o autoconhecimento foi... Continue lendo →

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