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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

mês

novembro 2022

Será que o autoconhecimento é essencialmente inato em nós, ou demanda um esforço de reflexão? Primeira parte, questão 87, artigo 1, parte 1 de 4.

1. Introdução. O autoconhecimento, entendido como a noção inteligente daquilo que somos, é um mistério. De fato, temos alguma intuição do que somos. Percebemos a nós mesmos. Mas um animal também pode se perceber: ele sabe que será afetado por... Continue lendo →

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 3 de 3.

1. De volta. Quão importante é defender a capacidade do intelecto humano, sua possibilidade de conhecer as coisas, suas causas e até mesmo de participar da providência divina, antevendo as consequências em suas causas, para melhor administrá-las. É exatamente com... Continue lendo →

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 2 de 3.

1. Retomando. O futuro a Deus pertence, diz o velho ditado. Mas a ciência seria de pouca utilidade se não pudesse dar algum tipo de estimativa para o futuro. Por outro lado, se o futuro fosse completamente previsível à ciência... Continue lendo →

Nosso intelecto pode ter ciência do futuro? Primeira parte, questão 86, artigo 4, parte 1 de 3.

1. Introdução. A ciência, com sua capacidade de dominar a natureza, sempre nos permitiu viver melhor, antecipar necessidades e até catástrofes, de tal modo a minorar dores e promover prosperidade. E isso é muito bom. Mas sempre houve também uma... Continue lendo →

Será que nós conhecemos aquilo que é temporário, contingente e passageiro? Primeira parte, questão 86, artigo 3, parte 2 de 2.

1. Retomando. Vimos, então, o paradoxo de ser uma criatura material que vive entre coisas materiais, e que portanto vive a sua própria contingência num mundo contingente, sua própria concretude individual num mundo concreto, e a natureza do intelecto como... Continue lendo →

Será que nós conhecemos intelectualmente aquilo que é temporário, contingente e passageiro? Primeira parte, questão 86, artigo 3, parte 1 de 2.

1. Introdução. Este debate sobre os limites e modos de conhecer do ser humano são excelentes. É preciso, de fato, conhecer os nossos limites e nosso modo próprio de conhecer, e isto nos evita muitos equívocos, e permite um melhor... Continue lendo →

Nossa inteligência pode vir a conhecer o infinito? Primeira parte, questão 86, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Voltando para concluir este artigo. Encerramos o texto anterior com a ideia de que nosso intelecto não pode vir a conhecer atualmente a infinidade, isto é, não pode pensar simultaneamente na infinidade de species ou ideias universais que compõem... Continue lendo →

Nossa inteligência pode vir a conhecer o infinito? Primeira parte, questão 86, artigo 2, parte 2 de 3.

1. Retornando. Todos os seres humanos tendem, por natureza, ao saber, diz Aristóteles na primeira frase da sua “Metafísica”. E, no livro Sobre a Alma, ele afirma que a alma é, de certo modo, todas as coisas, para explicar a... Continue lendo →

Nossa inteligência pode vir a conhecer o infinito? Primeira parte, questão 86, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introduzindo. O termo “infinito” não é unívoco. O que queremos dizer quando dizemos “infinito”? Algumas vezes estamos nos referindo àquilo que contém em si intermináveis perfeições, como Deus. Mas, outras vezes, estamos nos referindo àquilo que é indeterminado, impreciso,... Continue lendo →

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