1. Retomando. Não somos intelectos isolados no mundo, não existimos apenas em função de acumular conhecimentos; somos seres que querem, somos seres que amam. Mas querer e amar pressupõem o saber. Eu só posso querer e amar aquilo que conheço;... Continue lendo →
1. Introdução. Se o intelecto, ordinariamente, é a potência humana mais elevada, e a vontade depende daquele bem que o intelecto conhece e apresenta, para mover-se, então seria de imaginar que o intelecto tem a prioridade sobre a vontade, quer... Continue lendo →
1. Para retomar. O intelecto, em si mesmo, é mais nobre que a vontade, e tem a prioridade em nós. Mas, em razão do seu objeto, a vontade pode vir a se tornar mais nobre que o intelecto, quando seu... Continue lendo →
1. Retomando. O voluntarismo é um mal; o intelectualismo também. Mas conhecer os caminhos da alma é sempre algo muito adequado para o ser humano. Vimos, no texto anterior, como a noção de “fim” levou os argumentos objetores a colocarem... Continue lendo →
1. Introdução. Um intelecto sem vontade está doente, apático, deprimido. Uma vontade sem intelecto está louca. A relação entre estas duas potências é tão entrelaçada que seria difícil defender que uma das duas tenha a primazia sobre a outra. Mas... Continue lendo →